Ervas de Exu
Amendoeira: Seus galhos são usados nos locais em que o homem exerce suas actividades lucrativas. Na medicina caseira, seus frutos são comestíveis, porém em grandes quantidades causam diarreia de sangue. Das sementes fabrica-se o óleo de amêndoas, muito usado para fazer sabonetes por ter efeitos emolientes, além de amaciar a pele.
Amoreira: Planta que armazena fluidos negativos e os solta ao entardecer; é usada pelos sacerdotes no culto a Eguns. Na medicina caseira, é usada para debelar as inflamações da boca e garganta.
Angelim – amargoso: Muito usado em marcenaria, por tratar-se de madeira de lei. Nos rituais, suas folhas e flores são utilizadas nos abô dos filhos de Nanã, e as cascas são utilizadas em banhos fortes com a finalidade de destruir os fluidos negativos que possa haver, realizando um excelente descarrego nos filhos de Exu. A medicina caseira indica o pó de suas sementes contra vermes. Mas cuidado! Deve ser usada em doses pequenas.
Aroeira: Nos terreiros de Candomblé este vegetal pertence a Exu e tem aplicação nas obrigações de cabeça, nos sacudimentos, nos banhos fortes de descarrego e nas purificações de pedras. É usada como adstringente na medicina caseira, apressa a cura de feridas e úlceras, e resolve casos de inflamações do aparelho genital. Também é de grande eficácia nas lavagens genitais.
Arrebenta Cavalo: No uso ritualístico esta erva é empregada em banhos fortes do pescoço para baixo, em hora aberta. É também usado em magias para atrair simpatia. Não é usada na medicina caseira.
Arruda: Planta aromática usada nos rituais porque Exu a indica contra maus fluidos e olho-grande. Suas folhas miúdas são aplicadas nos bori, banhos de limpeza ou descarrego, o que é fácil de perceber, pois se o ambiente estiver realmente carregado a arruda morre. Ela é também usada como amuleto para proteger do mau-olhado. Seu uso restringe-se à Umbanda. Em seu uso caseiro é aplicada contra a verminose e reumatismos, além de seu sumo curar feridas.
Avelós – Figueira-do-diabo: Seu uso se restringe a purificação das pedras do orixá antes de serem levadas ao assentamento; é usada socada. A medicina caseira indica esta erva para combater úlceras e resolver tumores.
Azevinho: Muito utilizada na magia branca ou negra, ela é empregada nos pactos com entidades. Não é usada na medicina popular.
Bardana: Aplicada nos banhos fortes, para livrar o sacerdote das ondas negativas e eguns. O povo utiliza sua raiz cozida no tratamento de sarnas, tumores e doenças venéreas.
Beladona: Nas cerimónias litúrgicas só tem emprego nos sacudimentos domiciliares ou de locais onde o homem exerça actividades lucrativas. Trabalhos feitos com os galhos desta planta também provocam grande poder de atracção. Pouco usada pelo povo devido ao alto princípio activo que nela existe. Este princípio dilata a pupila e diminui as secreções sudorais, salivares, pancreáticas e lácteas.
Beldroega: Usada na purificação das pedras de Exu. O povo utiliza suas folhas, socadas, para apressar cicatrizações de feridas.
Brinco-de-princesa: É planta sagrada de Exu. Seu uso se restringe a banhos fortes para proteger os filhos deste orixá. Não possui uso popular.
Cabeça-de-nego: No ritual a rama é empregada nos banhos de limpeza e o bolbo nos banhos fortes de descarrego. Esta batata combate reumatismo, menstruações difíceis, flores brancas e inflamações vaginais e uterinas.
Cajueiro: Suas folhas são utilizadas pelo axogun para o sacrifício ritual de animais quadrúpedes. Em seu uso caseiro, ele combate corrimentos e flores brancas. Põe fim a diabetes. Cozinhar as cascas em um litro e meio de água por cinco minutos e depois fazer gargarejos põe fim ao mau hálito.
Cana-de-açúcar: Suas folhas secas e bagaços são usados em defumações para purificar o ambiente antes dos trabalhos ritualísticos, pois essa defumação destrói eguns. Não possui uso na medicina caseira.
Cardo-santo: Essa planta afugenta os males, propicia o aparecimento do perdido e faz cair os vermes do corpo dos animais. Na medicina caseira suas folhas são empregadas em oftalmias crónicas, enquanto as raízes e hastes são empregadas contra inflamações da bexiga.
Catingueira: É muito empregada nos banhos de descarrego. Seu sumo serve para fazer a purificação das pedras. Entretanto, não deve fazer parte do axé de Exu onde se depositam pequenos pedaços dos axé das aves ou bichos de quatro patas. Na medicina caseira ela é indicada para menstruações difíceis.
Cebola-cencém: Essa cebola é de Exu e nos rituais seu bolbo é usado para os sacudimentos domiciliares. É empregada da seguinte maneira: corta-se a cebola em pedaços miúdos e, sob os cânticos de Exu, espalha-se pelos cantos dos cómodos e em baixo dos móveis; a seguir, entoe o canto de Ogum e despache para Exu. Este trabalho auxilia na descoberta de falsidades e objectos perdidos. O povo utiliza suas folhas cozidas como emoliente.
Cunanã: Seu uso restringe-se aos banhos de descarrego e limpeza. Substituiu em parte, os sacrifícios a Exu. A medicina caseira indica os galhos novos desta planta para curar úlceras.
Erva-preá: Empregada nos banhos de limpeza descarrega sacudimentos pessoais e domiciliares. O povo usa o chá desta erva como aromatizante e excitante. Banhos quentes deste chá melhoram as dores nas articulações, causadas pelo artritismo.
Facheiro-Preto: Aplicada somente nos banhos fortes de limpeza e descarrego. Na medicina caseira, ela é utilizada nas afecções renais e nas diarreias.
Fedegoso Crista-de-galo: Esta erva é utilizada em banhos fortes, de descarrego, pois é eficaz na destruição de Eguns e causadores de enfermidades e doenças. Seus galhos envolvem os ebó de defesa. Com flores e sementes desta planta é feito um pó, o qual é aplicado sobre as pessoas e em locais; é denominado “o pó que faz bem”. Na medicina caseira actua com excelente regulador feminino. Além de agir com grande eficácia sobre erisipelas e males do fígado. É usada pelo povo, fazendo o chá com toda erva e bebendo a cada duas horas uma xícara.
Fedegoso: Misturada a outras ervas pertencentes a Exu, o fedegoso realiza os sacudimentos domiciliares. É de grande utilidade para limpar o solo onde foram riscados os pontos de Exu e locais de despacho pertencentes ao deus da liberdade.
Figo Benjamim: Erva usada na purificação de pedras ou ferramentas e na preparação do fetiche de Exu. É empregada também em banhos fortes nas pessoas obsidianas. No uso popular, suas folhas são cozidas para tratar feridas rebeldes e debelar o reumatismo.
Figo do Inferno: Somente as folhas pertencentes a este vegetal são de Exu. Na liturgia, ela é o ponto de concentração de Exu. Não possui uso na medicina popular.
Folha da Fortuna: É empregada em todas as obrigações de cabeça, em banhos de limpeza ou descarrego e nos abôs de quaisquer filhos-de-santo. Na medicina caseira é consagrada por sua eficácia, curando cortes, acelerando a cura nas cicatrizações, contusões e escoriações, usando as folhas socadas sobre os ferimentos. O suco desta erva puro ou misturado ao leite, ameniza as consequências de tombos e quedas.
Juá – Juazeiro: É usada para complementar banho forte e raramente está incluída nos banhos de limpeza e descarrego. Seus galhos são usados para cobrir o ebó de defesa. A medicina caseira a indica nas doenças do peito, nos ferimentos e contusões, aplicando as cascas, por natureza, amargas.
Jurema Preta: Tanto na Umbanda quanto no Candomblé, a Jurema Preta é usada nos banhos de descarrego e nos ebó de defesa. O povo a indica no combate a úlceras e cancros, usando o chá das cascas.
Jurubeba: Utilizada em banhos preparatórios de filhos recolhidos ao ariaxé. Na medicina caseira, o chá de suas folhas e frutos propiciam um melhor funcionamento do baço e fígado. É poderoso desobstruíste e tónico, além de prevenir e debelar hepatites. Banho de assentos mornos com essa erva propiciam melhores às articulações das pernas.
Lanterna Chinesa: Utilizada em banhos fortes para descarregar os filhos atacados por eguns. Suas flores enfeitam a casa de Exu. Popularmente, é usada como adstringente e a infusão das flores é indicada para inflamação dos olhos.
Laranjeira do Mato: Seu uso se restringe a banhos fortes, de limpeza e descarrego. Na medicina caseira ela actua com grande eficácia sobre as cólicas abdominais e também menstruais.
Mamão Bravo: Planta utilizada nos banhos de limpeza descarrega e nos banhos fortes. Além de ser muito empregada nos ebó de defesa, sendo substituída de três em três dias, porque o orixá exige que a erva esteja sempre nova. O povo a utiliza para curar feridas.
Maminha de Porca: Somente seus galhos são usados no ritual e em sacudimentos domiciliares. O povo a indica como restaurador orgânico e tonificador do organismo. Sua casca cozida tem grande eficácia sobre as mordeduras de cobra.
Mamona: Suas folhas servem como recipiente para arriar o ebó de Exu. Suas sementes socadas vão servir para purificar o otá de Exu. Não tem uso na medicina popular.
Mangue Cebola: No ritual, a cebola é usada nos sacudimentos domiciliares. Corte a cebola em pedaços miúdos e, entoando em voz alta o canto de Exu, a espalhe pela casa, nos cantos e sob os móveis. Na medicina caseira, a cebola do mangue esmagada cura feridas rebeldes.
Mangueira: É aplicada nos banhos fortes e nas obrigações de ori, misturada com aroeira, pinhão-roxo, cajueiro e vassourinha-de-relógio, do pescoço para baixo. Ao terminar, vista uma roupa limpa. As folhas servem para cobrir o terreiro em dias de abaçá. Na medicina caseira é indicada para debelar diarreias rebeldes e asma. O cozimento das folhas, em lavagens vaginais, põe fim ao corrimento.
Manjerioba: Utilizada nos banhos fortes, nos descarregos, nas limpezas pessoais e domiciliares e nos sacudimentos pessoais, sempre do pescoço para baixo. O povo a indica como regulador menstrual, beneficiando os órgãos genitais. Utiliza-se o chá em cozimento.
Maria Mole: Aplicada nos banhos de limpeza e descarrego, muito procurada para sacudimentos domiciliares. O povo a indica em cozimento nas dispepsias e como excelente adstringente.
Mata Cabras: Muito utilizado para afugentar eguns e destruir larvas astrais. As pessoas que a usam não devem tocá-la sem cobrir as mãos com pano ou papel, para depois despachá-la na encruzilhada. O povo indica o cozimento de suas folhas e caules para tirar dores dos pés e pernas, com banho morno.
Mata Pasto: Seus galhos são muito utilizados nos banhos de limpeza, descarrego, nos sacudimentos pessoais e domiciliares. O povo a indica contra febres malignas e incómodos digestivos.
Mussambê de Cinco Folhas: Obs.: Sejam eles de sete, cinco, ou três folhas, todos possuem o mesmo efeito, tanto nos trabalhos rituais, quanto na medicina caseira. Esta erva é utilizada por seus efeitos positivos e por serem bem aceitas por Exu no ritual de boas vindas. Na medicina caseira é excelente para curar feridas.
Ora-pro-nobis: É erva integrante do banho forte. Usada nos banhos de descarrego e limpeza. É destruidora de eguns e larvas negativas, além de entrar nos assentamentos dos mensageiros Exus. No uso caseiro, suas folhas actuam como emolientes.
Palmeira Africana: Suas folhas são aplicadas nos banhos de descarrego ou de limpeza. Não possui uso na medicina caseira.
Pau-d’alho: Os galhos dessa erva são utilizados nos sacudimentos domiciliares e em banhos fortes, feitos nas encruzilhadas, misturadas com aroeira, pinhão branco ou roxo. Na encruzilhada em que tomar o banho, arreie um mi-ami-ami, oferecido a Exu, de preferência em uma encruzilhada tranquila. Na medicina caseira ela é usada para exterminar abcessos e tumores. Usa-se socando bem as folhas e colocando-as sobre os tumores. O cozimento de suas folhas, em banhos quentes e demorados, é excelente para o reumatismo e hemorróidas.
Picão da Praia: Não possui uso ritualístico. A medicina caseira o indica como diurético e de grande eficácia nos males da bexiga. Para isso utilize-o sob a forma de chá.
Pimenta Darda: Aplicada em banhos fortes e nos assentamentos de Exu. Na medicina caseira, suas sementes em infusão são anti-helmínticas, destruindo até ameba.
Pinhão Branco: Aplicada em banhos fortes misturadas com aroeira. Esta planta possui o grande valor de quebrar encantos e em algumas ocasiões substitui o sacrifício de Exu. Suas sementes são usadas pelo povo como purgativo. O leite encontrado por dentro dos galhos é de grande eficácia colocado sobre a erisipela. Porém, deve-se Ter cuidado, pois esse leite contém uma terrível nódoa que inutiliza as roupas.
Pinhão Coral: Erva integrante nos banhos fortes e usadas nos de limpeza e descarrego e nos ebó de defesa. Na medicina caseira o pinhão coral trata feridas rebeldes e úlceras malignas.
Pinhão Roxo: No ritual tem as mesmas aplicações descritas para o pinhão branco. É poderoso nos banhos de limpeza e descarrego, e também nos sacudimentos domiciliares, usando-se os galhos. Não possui uso na medicina popular.
Pixirica – Tapixirica: No ritual faz parte do axé de Exu e Egun. Dela se faz um excelente pó de mudança que propicia a solução de problemas. O pó feito de suas folhas é usado na magia maléfica. Na medicina caseira ela é indicada para as palpitações do coração, para a melhoria do aparelho genital feminino e nas doenças das vias urinárias.
Quixambeira: É aplicada em banhos de descarrego e limpeza para a destruição de eguns e ao pé desta planta são arriadas obrigações a Exu e a Egun. Na medicina caseira, com suas cascas em cozimento, actua como energético adstringente. Lavando as feridas, ela apressa a cicatrização.
Tajujá – Tayuya: É usada em banhos fortes, de limpeza ou descarrego. A rama do tajujá é utilizada para circundar o ebó de defesa. O povo a indica como forte purgativo.
Tamiaranga: É destinada aos banhos fortes, banhos de descarrego e limpeza. É usada nos ebó de defesa. O povo a indica para tratar úlceras e feridas malignas.
Tintureira: Utilizada nos banhos fortes, de limpeza ou descarrego. Bem próximo ao seu tronco são arriadas as obrigações destinadas a Exu. O povo utiliza o cozimento de suas folhas como um energético desinflamatório.
Tiririca: Esta plantinha de escasso crescimento apresenta umas pequeninas batatas aromáticas. Estas são levadas ao fogo e, em seguida, reduzida a pó, o qual funciona como pó de mudança no ritual. Serve para desocupar casas e, colocadas em baixo da língua, desodoriza o hálito e afasta eguns.
Urtiga-branca: É empregada nos banhos fortes, nos de descarrego e limpeza e nos ebó de defesa. Faz parte nos assentamentos. O povo a indica contra as hemorragias pulmonares e brônquicas.
Urtiga Vermelha: Participa em quase todas as preparações do ritual, pois entra nos banhos fortes, de descarrego e limpeza. É axé dos assentamentos de Exu e utilizada nos ebó de defesa. Esta planta socada e reduzida a pó, produz um pó benfazejo. O povo indica o cozimento das raízes e folhas em chá como diurético.
Vassourinha de Botão: Muito empregada nos sacudimentos pessoais e domiciliares. Não possui uso na medicina popular.
Vassourinha de Relógio: Ela somente participa nos sacudimentos domiciliares. Não possui uso na medicina caseira.
Xiquexique: Participa nos banhos fortes, de limpeza ou descarrego. São axé nos assentamentos de Exu e circundam os ebó de defesa. O povo indica esta erva para os males dos rins.
Ervas de Ewá
Teteregun / Cana do Brejo: Planta utilizada em obrigações de cabeça, ebori e banhos dos filhos. Excelente diurético, ajuda a eliminar pedras na bexiga, sífilis e inflamações nos rins. Ainda combate a arteriosclerose. A raiz em pó serve de cataplasma para hérnias, inchaços e contusões.
Ojuorô / Alface d’água / Erva-de-santa-luzia: Utilizada nas obrigações de ori e feitura de santo Tem uso medicinal como anti-sifilítica, antiasmática, anti disentérica, antiartrítica, anti-herpética, anti-hemorroidária, anti diabética, desinflamatória de erisipela, diurético, emoliente, expectorante, maturativa.
Arrozinho / Barba-de-S Pedro: Aplicada nas obrigações de cabeça, nos abô de uso geral e nos banhos de purificação e limpeza dos filhos. Na medicina popular é indicada como amaciante da pele, anti-inflamatório, diurético, expectorante, laxante, vomitiva.
Golfo de flor (qualquer que seja a cor): Planta aplicada em obrigações de cabeça, ebori e banhos dos filhos. O povo indica suas raízes como adstringente e narcóticas, mas lavadas, debelam a disenteria e, as flores, as úlceras e leucorréia.
Maravilha: Utilizada nas obrigações de ori relativas a Oyá ebori, lavagem de contas e feitura de santo. Não entra nos abô a serem tomados por via oral. O povo a indica para eliminar leucorreia (corrimentos), hidropisia, males do fígado, afecções hepáticas e cólicas abdominais.
Ervas de Ogum
Açoita-cavalo – Ivitinga: Erva de extraordinários efeitos nas obrigações, nos banhos de descarrego e sacudimentos pessoais ou domiciliares. Muito usada na medicina caseira para debelar diarreias ou disenterias, e usada também no reumatismo, feridas e úlceras.
Açucena-rajada – Cebola-cencém: Sua aplicação nas obrigações é somente do bulbo. Esta cebola somente é usada nos sacudimentos domiciliares. A medicina caseira utiliza as folhas como emoliente.
Agrião: Excelente alimento. Sem uso ritualístico. Tem um enorme prestígio no tratamento das doenças respiratórias. Usado como xarope põe fim às tosses e bronquites, é expectorante de acção ligeira.
Arnica-erca lanceta: É empregada em qualquer obrigação de cabeça, nos abô de purificação dos filhos do orixá Ogum. Excelente remédio na medicina caseira, tanto interna como externamente, usado nas contusões, tombos, cortes e lesões, para recomposição dos tecidos.
Aroeira: É aplicada nas obrigações de cabeça, e nos sacudimentos, nos banhos fortes de descarrego e nas purificações de pedras. Usada como adstringente na medicina caseira, apressa a cura de feridas e úlceras, e resolve casos de inflamações do aparelho genital.
Cabeluda-bacuica : Tem aplicações em vários actos ritualísticos, tais como ebori, simples ou completo, e é parte dos abô. Usado igualmente nos banhos de purificação.
Cana-de-macaco : Usada nos abô de filhos, que estão recolhidos para feitura de santo. Esses filhos tomam duas doses diárias. Meio copo sobre o almoço e meio sobre o jantar.
Cana-de Brejo – Ubacaia: Seu uso se restringe nos abô e também nos banhos de limpeza dos filhos do orixá do ferro e das artes manuais. Na medicina caseira é usado para combater afecções renais com bastante sucesso. Combate a anuria, inflamações da uretra e na leucorréia. Seu princípio activo é o estrifno. Há bastante fama referente ao seu emprego anti-sifilítico.
Canjerana – Pau-santo: Em rituais é usada a casca, para constituir pó, que funcionará como afugentador de eguns e para anular ondas negativas. Seu chá actua como antifebril, contra as diarreias e para debelar dispepsias. O cozimento das cascas também é cicatrizador de feridas.
Carqueja: Sem uso ritualístico. A medicina caseira aponta esta erva como cura decisiva nos males do estômago e do fígado. Também tem apresentado resultado positivo no tratamento da diabetes e no emagrecimento.
Crista-de-galo – Pluma-de-princípe: Não tem emprego nas obrigações do ritual. A medicina caseira a indica para curar diarreias.
Dragoeiro – Sangue-de-dragão: Abrange aplicações nas obrigações de cabeça, abô geral e banhos de purificação. Usa-se o suco como corante, e toda a planta, pilada, como adstringente.
Erva-tostão: Aplicada apenas em banhos de descarrego, usando-se as folhas. A medicina popular a utiliza contra os males do fígado, beneficiando o aparelho renal.
Grumixameira: Aplicado em quaisquer obrigações de cabeça, nos abô e nos banhos de purificação dos filhos do orixá. A arte de curar usada pelo povo indica o cozimento das folhas em banhos aromáticos e na cura do reumatismo. Banhos demorados eliminam a fadiga nas pernas.
Guarabu – Pau-roxo: Aplicado em todas as obrigações de cabeça, nos abô e nos banhos de purificação dos filhos de Ogum. Usa-se somente as folhas que são aromáticas. A medicina caseira indica o chá das folhas, pois este possui efeito balsâmico e fortificante.
Helicônia: Utilizada nos banhos de limpeza e descarrego e nos abô de ori, na feitura de santo e nos banhos de purificação dos filhos do orixá Ogum. A medicina caseira a indica como debelador de reumatismo, aplicando-se o cozimento de todas a planta em banhos quentes. O resultado é positivo.
Jabuticaba: Usada nos banhos de limpeza e descarrego, os banhos devem ser tomados pelo menos quinzenalmente, para haurir forças para a luta indica o cozimento da entre casca na cura da asma e hemoptises.
Jambo-amarelo: Usado em quaisquer as obrigações de cabeça e nos abô. São aplicadas as folhas, nos banhos de purificação dos filhos do orixá do ferro. A medicina caseira usa como chá, para emagrecimento.
Jambo-encarnado: Aplicam-se as folhas nos abô, nas obrigações de cabeça e nos banhos de limpeza dos filhos do orixá do ferro. Tem uso no ariaxé (banho lustral).
Japecanga: Não tem aplicação nas obrigações de cabeça, nem nos abô relacionados com o orixá. A medicina caseira aconselha seu uso como depurativo do sangue, no reumatismo e moléstias de pele.
Jatobá – Jataí: Erva poderosa, porém sem aplicação nas cerimónias do ritual. Somente é usada como remédio que se emprega aos filhos recolhidos para obrigações de longo prazo. Óptimo fortificante. Não possui uso na medicina popular.
Jucá: Não tem emprego nas obrigações de ritual. No uso popular há um cozimento demorado, das cascas e sementes, coando e reservando em uma garrafa, quando houver ferimentos, talhos e feridas.
Limão-bravo: Tem emprego nas obrigações de ori e nos abô e, ainda nos banhos de limpeza dos filhos do orixá. O limão-bravo juntamente com o xarope de bromofórmio, beneficia brônquios e pulmões, pondo fim às tosses rebeldes e crónicas.
Losna: Emprega-se nos abô e nos banhos de descarrego ou limpeza dos filhos do orixá a que pertence. É usada pela medicina caseira como poderoso vermífugo, mais particularmente usada na destruição das solitárias, usando-se o chá. É energético tónico e debela de febres.
Óleo-pardo: Planta utilizada apenas em banhos de descarrego. De muito prestígio na medicina caseira. Cozimento da raiz é indicado para curar úlceras e para matar vermes de animais.
Piri-piri: A única aplicação litúrgica é nos banhos de descarrego. É extraordinário anti- hemorrágico. Para tanto, os caules secos e reduzidos a pó, depois de queimados, estancam hemorragias. O mesmo pó, de mistura com água e açúcar extermina a disenteria.
Poincétia: Emprega-se em qualquer obrigação de ori, nos abô de uso externo, da mesma sorte nos banhos de limpeza e purificação dos filhos do orixá. A medicina caseira só o aponta para exterminar dores nas pernas, usando em banhos.
Porangaba: Entra em quaisquer obrigações e, igualmente, nos abô. No tratamento popular é usada como tônico e importante diurético.
Sangue-de-dragão: Tem aplicações de cabeça, nos banhos de descarrego e nos abô. Não possui uso na medicina popular.
São-gonçalinho: É uma erva-santa, pelas múltiplas aplicações ritualísticas a que está sujeita. Na medicina caseira usa-se como anti térmico e para combater febres malignas, em chá.
Tanchagem: Participa de todas as obrigações de cabeça, nos abô e nos banhos de purificação de filhos recolhidos ao ariaxé. É axé para os assentamentos do orixá do ferro e das guerras. Muito aplicada no abô de ori. A medicina popular ou caseira afirma que a raiz e as folhas são tónicas, antifebris e adstringentes. Excelente na cura da angina e da cachumba.
Vassourinha-de-igreja: Entra nos sacudimentos de domicílio, de local onde o homem exerce actividades profissionais. Não possui uso na medicina popular.
Ervas de Oxóssi
Acácia-jurema: Usada em banhos de limpeza, principalmente dos filhos de Oxóssi. É também utilizada em defumações. A medicina popular a utiliza em banhos ou compressas sobre úlceras, cancros, fleimão e na erisipela.
Alecrim de Caboclo: Erva de Oxalá, porém mais exigido nas obrigações de Oxóssi. Não possui uso na medicina popular.
Alfavaca-do-campo: Emprega-se nas obrigações de cabeça, nos banhos de descarrego e nos abô dos filhos do orixá a que pertence. A medicina caseira aplica esta planta para combater as doenças do aparelho respiratório, combate principalmente as tosses e o catarro dos brônquios; preparado como xarope é eficaz contra a coqueluche. Usada em chá ou cozimento das folhas.
Alfazema-de-caboclo: Conhecida popularmente como jureminha, a Alfazema é usada em todas as obrigações de cabeça, nos banhos de limpeza ou abô e nas defumações pessoais ou de ambientes. A medicina caseira usa os pendões florais, contra as tosses e bronquites, aplicando o chá.
Araçá – Araçá-de-coroa: Suas folhas são aplicadas em quaisquer obrigações de cabeça, nos abô e banhos de purificação. A medicina popular considera essa espécie como um energético adstringente. Cura desarranjos intestinais e põe fim às cólicas.
Araçá-da-praia: Planta arbórea pertencente a Yemanjá e a Oxóssi. É empregada nas obrigações de cabeça, nos abô e nos banhos de purificação dos filhos dos orixás a que pertence. No uso popular cura hemorragias, usando-se o cozimento. Do mesmo modo também é utilizado para fazer lavagens genitais.
Araçá-do-campo: É utilizada em banhos de limpeza ou descarrego e em defumações de locais de trabalho. A medicina popular emprega o chá contra a diarreia ou disenteria e como corretivo das vias urinárias.
Caapeba-pariparoba: Muito usada nas obrigações de cabeça e nos abô para as obrigações dos filhos recolhidos. Folha de muito prestígio nos Candomblés Ketu, pois serve para tirar mão de zumbi. A medicina popular utiliza seu chá para debelar males do fígado, e o cozimento das raízes para extinguir as doenças do útero. Surte efeito diurético.
Cabelo-de-milho: Somente o pé do milho pertence a Oxóssi; as espigas de milho em casa propicia despensa farta. Quando secar troque-a por outra verdinha. O cabelo-de-milho é muito usado pela medicina do povo como diurético e dissolvente dos cálculos renais. É usado em chá.
Capim-limão : Erva sagrada de uso constante nas defumações periódicas que se fazem nos terreiros. Propicia a aproximação de espíritos protectores. A medicina caseira a aplica em vários casos: para resfriados, tosses, bronquites, também nas perturbações da digestão, facilitando o trabalho do estômago.
Cipó-caboclo: Muito utilizada em banhos de descarrego. O povo lhe dá grande prestígio ao linfantismo, por meio de banhos. Usada do mesmo modo combate inflamações das pernas e dos testículos.
Cipó-camarão: Usada apenas em banhos de limpeza e defumações. O povo indica que, em cozimento é de grande eficácia no trato das feridas e contusões.
Cipó-cravo: Não possui uso ritualístico. Na medicina caseira actua como debelador das dispepsias e dificuldade de digestão. Usa-se o chá ao deitar. É pacificador dos nervos e propicia um sono tranquilo. A dose a ser usada é uma xícara das de café ao deitar.
Coco-de-iri: Sua aplicação se restringe aos banhos de descarrego, empregando-se as folhas. A medicina caseira indica as suas raízes cozidas para por fim aos males do aparelho genital feminino. É usado em banhos semicúpios e lavagens.
Erva-curraleira: Aplicada em todas as obrigações de cabeça e nos abô dos filhos do orixá da caça. Na medicina popular é aplicada como diurético e sudorífico, sendo muito prestigiada no tratamento da sífilis. Usa-se o cozimento das folhas.
Goiaba – Goiabeira: É utilizada em quaisquer obrigações de cabeça, nos abô e nos banhos de purificação dos filhos de Oxóssi. A medicina caseira usa a goiabeira como adstringente. Cura cólicas e disenterias. Excelente nas diarreias infantis.
Groselha – Groselha-branca: Suas folhas e frutos são utilizados nos banhos de limpeza e purificação. A medicina popular diz que se fabrica com o fruto um saboroso xarope que se aplica nas tosses rebeldes que ameaçam os brônquios.
Guaco cheiroso: Aplica-se nas obrigações de cabeça e em banhos de limpeza. Popularmente, esta erva é conhecida como coração-de-Jesus. Medicinalmente, combate as tosses rebeldes e alivia bronquites agudas, usando-se o xarope. Como antiofídico (contra o veneno de cobra), usam-se as folhas socadas no local e, internamente, o chá forte.
Guaxima-cor-de rosa: Usada em quaisquer obrigações de cabeça e nos abô dos filhos do orixá da caça. É de costume usar galhos de guaxima em sacudimentos pessoais e domiciliares. Muito útil o banho das pontas. A medicina popular usa as flores contra a tosse; as folhas são emolientes; as pontas, sementes e frutos são antifebris.
Guiné-caboclo: Utilizado em todas as obrigações de cabeça, nos abô, para quaisquer filhos, nos banhos de descarrego ou limpeza, etc. Indispensável na Umbanda e no Candomblé. O povo usa para debelar os males dos intestinos, beneficia o estômago na má digestão. Usa-se o chá.
Incenso-de-caboclo – Capim-limão: Usada nas defumações de ambientes e nos banhos de descarrego. O povo a utiliza para exterminar resfriados, minorar as bronquites e, também, nas perturbações da digestão.
Jaborandi: De grande aplicação nas várias obrigações. A medicina popular adoptou esta planta como essencial na lavagem dos cabelos, tornando-os sedosos e brilhantes. Tem grande eficácia nas pleurisias, nas bronquites e febres que tragam erupções. Usa-se o chá internamente.
Jacatirão: Pleno uso em quaisquer obrigações. O seu pé, e cepa são lugares apropriados para arriar obrigações. Não possui uso na medicina caseira.
Jurema branca: Aplicada em todas as obrigações de ori, em banhos de limpeza ou descarrego e entra nos abô. É de grande importância nas defumações ambientais. A medicina caseira indica as cascas em banhos e lavagens como adstringente. Em chá tem efeito narcótico, corrigindo a insónia.
Malva-do-campo – Malvarisco: Seu uso se restringe aos banhos descarrego e limpeza. O povo a indica como desinflamadora nas afecções da boca e garganta. É emoliente, propiciando vir a furo os tumores da gengiva. Usa-se em bochechos e gargarejos.
Piperegum-verde – Iperegum-verde: Erva de extraordinários efeitos nas várias obrigações do ritual. A medicina aponta-a como debeladora de reumatismo, usando-se banhos e compressas.
Piperegum-verde-e-amarelo: Tem o mesmo uso ritualístico prescrito para o piperegum de Oxóssi. Na medicina popular é o mesmo que piperegum-verde.
Pitangatuba: Usado em quaisquer obrigações de ori, ebori, lavagem de contas e dar de comer à cabeça. A farmácia do povo indica em chá, nos casos de febres e também para desobstruir os brônquios.
Ervas de Ossaim
Amendoim: Ossaim aprecia muito e adora saboreá-lo torrado, sem casca. O amendoim fornece um bom óleo para luz e também para a cozinha. Suas sementes são estimulante e fortalecem as vistas e a pele, além de ser em excelente afrodisíaco. Nos rituais, é empregado cozido e utilizado em sacudimentos, com excelentes resultados.
Celidônia maior: É indicada pela medicina caseira como excelente medicamento nas doenças dos olhos, usando a água do cozimento da planta para banhá-los. Seu chá também é de grande eficácia para banhar o rosto e dar fim às manchas e panos.
Coco de Dendê: É conhecido entre os Yorubás como Adin. Sua semente, desprovida da polpa, fornece um óleo branco, sólido, e serve para substituir a manteiga. É a chamada manteiga de karité. Este coco é muito prestigiado pela medicina caseira, pois debela cefaléias, anginas, fraqueza dos órgãos visuais e cólicas abdominais.
Erva de Passarinho: É muito aplicada principalmente no abô do orixá, nas obrigações renovadas anualmente e nos abô de babalossaim. Nas renovações, esta planta é a duodécima folha que completa o ato litúrgico renovatório. Na medicina popular, esta planta é empregada com sucesso absoluto, contra as moléstias uterinas, corrimentos e também para dar fim às úlceras. As folhas e flores são usadas em caso de diabetes, hemoptises e hemorragias diversas.
Erva de Santa Luzia: Muito usada nas obrigações de cabeças, ebori, lavagem de contas, feitura de santo e tiragem de zumbi. De igual maneira, também se emprega nos abô, banhos de descarrego ou limpeza dos filhos dos orixás. A medicina popular a consagrou como um grande remédio, por ser de grande eficácia contra o vício da bebida. O cozimento de suas folhas é empregado contra doenças dos olhos e para desenvolver a vidência.
Gitó – carrapeta: Sua utilização se restringe ao uso litúrgico e ritualístico. É largamente empregada nos banhos de limpeza e purificação do orixá. Usada também em banhos de cabeça para desenvolver a vidência, audição e intuição. A medicina popular aplica-a na cura de moléstia dos olhos, porém em lavagens externas.
Guabira: Aplicada em todas as obrigações de cabeça, nos abô de uso geral e nos banhos de purificação e limpeza dos filhos dos orixás. A medicina caseira a indica no sentido de pôr fim aos males dos olhos conjuntivites. Em banhos, favorecem aos que sofrem de reumatismo e devem ser feitos em banheiras ou bacias, sendo mais ou menos demorados.
Lágrima de Nossa Senhora: É usada nas obrigações de cabeça, nos abô e nos banhos de descarrego ou limpeza. O povo a indica como excelente diurético, em chá. Os banhos debelam o reumatismo e reduzem as inchações. As folhas e as sementes são indicadas para banhar os olhos, propiciando bem-estar. A aplicação deve ser feita pela manhã, após ter deixado o banho ficar na noite anterior sob o sereno. Retire antes do sol nascer e aplique sobre os olhos.
Narciso dos Jardins: Entra nos trabalhos em razão de ser suporte para o fetiche de Ossaim, para o assentamento. Não possui uso na medicina popular, pois é tida como planta venenosa.
Ervas de Xangô
Alevante – Levante: Usada em todas as obrigações de cabeça, nos abô e nos banhos de limpeza de filhos de santo. Não possui uso na medicina popular.
Alfavaca-roxa: Empregada em todas as obrigações de cabeça e nos abô dos filhos deste orixá. Muito usada em banhos de limpeza ou descarrego. A medicina caseira usa seu chá em cozimento, para emagrecer.
Angelicó – Mil-homens: Tem grande aplicação na magia de amor, em banhos de mistura com manacá (folhas e flores), para propiciar ligações amorosas, aproximando o sexo masculino. A medicina caseira aplica-o como estomacal, combatendo a dispepsia. As gestantes não a devem usar.
Aperta-ruão: Os babalorixás a utilizam nas obrigações de cabeça; no caso dos filhos do trovão é usada a nega-mina. Tem grande prestígio na medicina popular como adstringente. As senhoras a empregam em banhos semicúpios, de assento, e em lavagens vaginais para dar fim à leucorréia.
Azedinha – Trevo-azedo – Três-corações: É popularmente conhecida como três corações, sem função ritualística. É empregada na medicina popular como combatente da disenteria, eliminador de gases e febrífugo.
Caferana-Alumã: São utilizadas nas aplicações de cabeça e nos abô. Usado na medicina popular como: laxante, fazendo uma limpeza geral no estômago e intestinos, sem causar danos; é óptima combatente de febres palustres ou intermitentes; poderoso vermífugo e energético tónico.
Cavalinha – Milho-de-cobra: Aplicada nas obrigações de cabeça, nos abô e como axé nos assentamentos dos dois orixás. Não possui uso na medicina popular.
Eritrina – Mulungu: Tem plena aplicação nas obrigações de cabeça e nos banhos de limpeza dos filhos de Xangô. Na medicina caseira é aplicada como óptimo pacificador do sistema nervoso e, também, contra a bronquite.
Erva-das-lavadeiras – Melão-de-São-Caetano: Não possui utilização nas obrigações do ritual. O uso popular o indica como sendo de grande eficácia no combate ao reumatismo. É vigoroso antifebril, debela ainda, doenças das senhoras, em banhos de assento.
Erva-de-São-João: Utilizada nas obrigações de cabeça e nos banhos de descarrego. A medicina caseira, indica-a como tónico para combater as disenterias. Aplicam-se no tratamento do reumatismo. Usa-se o chá em banhos.
Erva-grossa – Fumo-bravo: Empregada nas obrigações de cabeça, particularmente nos ebori e como axé do orixá. A medicina caseira indica as raízes em cozimento, como antifebril, as mesmas em cataplasmas debelam tumores. As folhas agem como tónico combatendo o catarro dos brônquios e pulmões.
Mimo-de-vênus – Amor-agarradinho: Aplica-se folhas, ramos e flores, em banhos de purificação dos filhos de Oyá. Muito usada na magia amorosa, circundando um prato e metade para dentro do prato e metade para fora; regue a erva com mel de abelhas e arreie em uma moita de bambu. Não possui uso na medicina caseira.
Morangueiro: Aplicação restrita, já que se torna difícil encontrá-la em qualquer lugar. O povo a indica como remédio diurético, pondo fim aos males dos rins. É usada para curar disenterias e também recuperar pessoas que carecem de vitamina C no organismo.
Musgo-da-pedreira: Tem aplicação nos banhos de descarrego e nas defumações pessoais, que são feitas após o banho. A defumação se destina a aproximar o paciente do bem.
Nega-mina: Inteiramente aplicada nas obrigações de ori, e nos banhos de descarrego ou limpeza e nos abô. O povo a aplica como debeladora dos males do fígado, das cólicas hepáticas e das nevralgias.
Noz-moscada: Seu uso ritualístico se limita a utilização do pó que, espalhado ao ambiente, exerce actividade para melhoria das condições financeiras. É também usado como defumador. Este pó, usado nos braços e mãos ao sair à rua, atrai fluidos benéficos. Não possui uso na medicina popular.
Panacéia – Azougue-de-pobre: Entra nas obrigações de ori e nos banhos de descarrego ou limpeza. O povo a aponta como poderoso diurético e de grande eficácia no combate à sífilis, usando-se o chá. É indicada também no tratamento das doenças de pele, e ainda debelar o reumatismo, em banhos.
Pau-de-colher – Leiteira: Usada em banhos de purificação de mistura com outras espécies dos mesmos orixás. A medicina caseira a recusa por tóxica, porém pode perfeitamente ser usada externamente em banhos.
Pau-pereira: Não é aplicada nas obrigações de ori, mas é usada em banhos de descarrego ou limpeza. O povo a aplica nas perturbações do estômago e põe fim a falta de apetite. É fortificante e combate febres intermitentes, e ainda tem fama de afrodisíaco.
Pessegueiro: É utilizado flores e folhas, em quaisquer obrigações de ori. Pois esta propicia melhores condições mediúnicas, destruindo fluidos negativos e Eguns. O povo a indica em cozimento para debelar males do estômago e banhar os olhos, no caso de conjuntivite.
Pixirica – Tapixirica: Aplica-se somente o uso das folhas, de forma benéfica. O povo a indica nas palpitações do coração, na melhoria do aparelho genital feminino e nas doenças das vias urinárias.
Romã: Usada em banhos de limpeza dos filhos do orixá dos ventos. O povo emprega as cascas dos frutos no combate a vermes intestinais e o mesmo cozimento em gargarejos para debelar inflamações da garganta e da boca.
Sensitiva – Dormideira: Somente é utilizada em banhos de descarrego. O povo diz possui extraordinários efeitos nas inflamações da boca e garganta. Utiliza-se o cozimento de toda a planta para gargarejos e bochechos.
Taioba: Sem aplicação nas obrigações de cabeça. Porém muito utilizada na cozinha sagrada de Xangô. Dela prepara-se um esparregado de erê (muito conhecido como caruru) esse alimento leva qualidades de verduras mas sempre tem a complementá-lo a taioba. O povo utiliza suas folhas em cozimento como emoliente; a raiz é poderoso mata-bicheiras dos animais e, além de matá-las, destrói as carnes podres, promovendo a cicatrização.
Taquaruçu – Bambu-amarelo – Bambu-dourado: Os galhos finos, com folhas, servem para realizar sacudimentos pessoais ou domiciliares. É empregado ainda para enfeitar o local onde se tem Egun assentado. Não possui uso na medicina popular.
Tiririca : Sem aplicação ritualística, a não ser as batatas aromáticas, essas batatinhas que o povo apelidou de dandá-da-costa, levadas ao calor do fogo e depois reduzidas a pó que, misturado com outros, ou mesmo sozinho, funciona como pó de dança. Para desocupação de casas. Colocados em baixo da língua, afasta eguns e desodoriza o hálito. Não possui uso na medicina popular.
Umbaúba: Somente é usada nos ebori a espécie prateada. As outras espécies são usadas nos sacudimentos domiciliares ou de trabalho. O povo a prestigia como excelente diurético. É aconselhado não usar constantemente esta erva, pois o uso constante acelera as contracções do coração.
Urucu: Desta planta somente são utilizadas as sementes, que socadas e misturadas com um pouquinho de água e pó de pemba branca, resulta numa pasta que se utiliza para pintar a Yawô. O povo indica as sementes verdes para os males do coração e para debelar hemorragias.
Ervas de Oxum
Abiu-abieiro: Sem uso na liturgia, tem folhas curativas; a parte inferior destas, colocadas nas feridas, ajudam a superar; se inverter a posição da folhas, a cura será apressada. A casca da árvore cozida tem efeito cicatrizante.
Agrião-do-Pará – Jambuaçu: É usado nas obrigações de cabeça e nos abô, para purificação de filhos; como axé nos assentamentos da deusa de água doce. A medicina caseira usa-o para combater tosses e corrigir escorbuto (carência de vitamina C). É, também, excitante.
Alfavaca-de-cobra: É usada em todas as obrigações de cabeça. No abô também é usada, o filho dorme com a cabeça coberta. Antes das doze horas do dia seguinte o emplastro é retirado, e torna-se um banho de purificação. A medicina caseira a indica como combatente ao mau-hálito.
Arapoca-branca: Suas folhas são utilizadas nas obrigações de cabeça e nos abô; no Candomblé são usadas em sacudimentos pessoais. As casacas desta servem para matar peixes. A medicina caseira utiliza as folhas como anti térmico, contra febres. Age também como excitante.
Arnica-montana: Tem pouca aplicação na Umbanda e no Candomblé. Já na medicina popular; e muito usada, após alguns dias de infusão no otin (cachaça). Age como cicatrizante, recompondo o tecido lesado nas escoriações.
Azedinha - Trevo-azedo – Três corações: É popularmente conhecida como três-corações, sem função ritualística, é apenas empregada na medicina popular como: combatente da disenteria, eliminador de gases e febrífugo.
Bananeira: Muito empregada na culinária dos Orixás. Suas folhas forram o casco da tartaruga, para arriar-se o ocaséo a Oxum. A medicina caseira prepara de sua seiva um xarope de grande eficácia nos males das vias respiratórias ou doenças do peito.
Brio-de-estudante – Barbas-de-baratas: Desta erva apenas a raiz é utilizada. Ela fornece um bom corante que é usado nas pinturas das yawo, de mistura com pemba raspada. A medicina popular utiliza o chá, meia hora antes de dormir, para ter sono tranquilo.
Caferana-alumã: São utilizadas nas aplicações de cabeça e nos abô. Usado na medicina popular como: laxante, fazendo uma limpeza geral no estômago e intestinos, sem causar danos; é óptima combatente; poderoso vermífugo e energético tónico.
Camará-cambará: Utilizada em quaisquer obrigações de cabeça, nos abô e nos banhos de purificação. A medicina caseira a emprega muito em xarope, contra a tosse e rouquidão e ainda põe fim às afecções catarrais.
Camomila-marcela: Tem restrita aplicação nas obrigações litúrgicas. Entretanto, é usada nos banhos de descarrego e nos abô. No uso popular é de grande finalidade em lavagens intestinais das crianças, contra cólicas e regularizadora das funções dos intestinos. O chá das flores é tónico e estimulante, combate as dispepsias e estimula o apetite.
Cana-fístila – Chuva-de-ouro: Aplicada nos abô e nas obrigações de cabeça, usada também nos banhos de descarrego dos filhos de Oxum. Seu uso popular é contra os males dos rins, areias e ardores. O sumo das folhas misturado com clara de ovo e sal mata impigens.
Chamana-nove-horas – Manjericona: Usada em obrigações de cabeça, nos abô e nos banhos de purificação dos filhos de Oxum. O povo a utiliza em disenterias.
Cipó-chumbo: Sem uso na liturgia, porém muito prestigiada na medicina popular, como xarope debela tosses e bronquites; seu chá é muito eficaz no combate a diarreias sanguinolentas e à icterícia; seco e reduzido a pó, cicatriza feridas rebeldes.
Erva-cidreira – Melissa: Sem uso na liturgia, sua aplicação se restringe ao âmbito da medicina caseira, que a usa como excitante e anti-espasmódico, enérgico tônico do sistema nervoso. O chá feito das folhas adocicado ou puro combate as agitações nervosas, histerismos e insónia.
Erva-de-Santa-Maria: São empregadas em obrigações de cabeça e em banhos de descarrego. Como remédio caseiro é utilizada para combater lombrigas (ascárides) das crianças, também é óptimo remédio para os brônquios.
Ervilha-de-Angola – Guando: É empregada em quaisquer obrigações. O povo usa as pontas dos ramos contra hemorragias e as flores contra as moléstias dos brônquios e pulmões.
Fava-pichuri: No ritual da Umbanda e do Candomblé, usa-se a fava reduzida a pó, ou defumações que trazem bons fluidos e afugenta Eguns. O povo usa o pó na preparação de chá, que é eficaz nas dispepsias e diarreias.
Flamboiant: Não é utilizado em obrigações de cabeça, sendo usado somente em algumas casas, em banhos de purificação dos filhos dos orixás. Porém suas flores tem vasto uso, como ornamento, enfeite de obrigação ou de mesas em que estejam arriadas as obrigações. Sem uso na medicina comercial.
Gengibre-zingiber: São aplicados os rizomas, a raiz, que se adiciona ao aluá e a outras bebidas. O povo a usa nos casos de hemorragia de senhoras e contra as perturbações do estômago, em chá.
Gigoga-amarela – Aguapê: Usado nos abô, nos bori e banhos de limpeza, pois purifica a aura e afugenta ou anula Eguns. A medicina popular manda que as folhas sejam usadas como adstringente e, em gargarejos, fortalecem as cordas vocais.
Ipê-amarelo: Aplicada somente em defumações de ambientes. Na medicina popular é usada em gargarejos, contra inflamações da boca, das amígdalas e estomatite. O que vai a cozimento são a casca e a entre casca.
Lúca-Árvore-da-pureza: Seu pendão floral é usado plena e absolutamente, em obrigações de ori dos filhos de Oxum. Não possui uso na medicina popular.
Macaçá: Aplicação litúrgica total, entra em todas as obrigações de ori nos abô e purificação dos filhos dos orixás. O povo a usa para debelar tosses e catarros brônquios; é usada ainda contra gases intestinais.
Mãe-boa: É erva sagrada de Oxum. Só é usada nas obrigações ritualísticas, que se restringe aos banhos de limpeza. Muito usada pelo povo contra o reumatismo, em chá ou banho.
Malmequer – Calêndula: É usada em todas as obrigações de ori e nos abô, e nos banhos de purificação dos filhos de Oxum. As flores são excitantes, reguladoras do fluxo menstrual. As folhas são aplicadas em fricções ou fumigações para facilitar a regra feminina.
Malmequer-do-campo: Não é aplicada nas obrigações do ritual. Na medicina popular tem função cicatrizante de feridas e úlceras, colocando o sumo de flores e folhas sobre a ferida.
Malmequer-miúdo: Aplicado em quaisquer obrigações de ori, nos abô e nos banhos de limpeza dos filhos que se encontram recolhidos para feitura do santo. Como remédio caseiro, é cicatrizante e excitante.
Orriri-de-Oxum: Entra em todas as obrigações de ori, nos banhos de limpeza. O povo a indica como diurético e estimulador das funções hepáticas.
Vassourinha-de-botão: Muito usado nos sacudimentos pessoais. Não possui qualquer uso na medicina popular.
Ervas de Logun Edé
Logun Edé, em sua passagem pela Terra, se apropriou das ervas de seus pais para por fim aos males terrenos; curou muitas pessoas e ainda cura até os dias de hoje aqueles que nele depositam sua fé. Além de todas as ervas de Oxum e Oxóssi que ele utiliza para curar, destaca-se, ainda, uma única de sua propriedade, hoje de grande importância para a medicina caseira: o Piperegum Verde e Amarelo.
Piperegum Verde e Amarelo: originária de Guiné, na África. Trata-se de uma erva que possui extraordinário efeitos nas várias obrigações do ritual, possuindo grande eficácia nos sacudimentos pessoais e domiciliares e nos abô como afastamento de mão de cabeça no caso de pai e mãe de santo vivo, cercando as pernas da pessoa com folhas de piperegum ou amarradas ao tornozelo; feito isso, a cerimónia é iniciada. A medicina caseira aponta o piperegum como um dos melhores remédios para debelar o reumatismo, devendo ser usado em banhos ou compressas.
Ervas de Omolu
Agoniada: Faz parte de todas as obrigações do deus das endemias e epidemias. Utilizada no ebori, nas lavagens de contas e na iniciação. Esta erva purifica os filhos-de-santo, deixando-os livres de fluidos negativos. Na medicina popular, a mesma é usada para corrigir o fluxo menstrual e combate asma.
Alamanda: Não é utilizada em obrigações, sendo empregada somente em banhos de descarrego. Na medicina caseira ela é usada para tratar doenças da pele: sarna (coceiras), eczema e furúnculos. Para usar é necessário que se cozinhe as folhas, e coloque chá de folhas sobre a doença.
Alfavaca-roxa: Empregada em todas as obrigações de cabeça e nos abô dos filhos deste orixá. Muito usada em banhos de limpeza ou descarrego. A medicina caseira usa seu chá em cozimento, para emagrecer.
Alfazema : Empregada em todas as obrigações de cabeça. É aplicada nas defumações de limpeza, usada também na magia amorosa em forma de perfume. A medicina popular dita grandes elogios a esta erva, pois ela é excelente excitante e anti-espasmódico. É usada, também, como reguladora da menstruação. Somente é aplicada como chá.
Babosa: Muito usada em rituais de Umbanda, mais especificamente em defumações pessoais. Para que se faça a defumação, é necessário queimar suas folhas depois de secas. Isso leva um certo tempo, devido a gosma abundante que há na babosa. A defumação é feita após o banho de descarrego. Para a medicina caseira sua gosma é de grande eficácia nos abcessos ou tumores, além de muitas outras aplicações.
Araticum-de-areia – Malolô: Liturgicamente, os bantos a usam nos banhos de descarrego, em mistura de outra erva. A medicina caseira indica a polpa dos frutos para resolver tumores e o cozimento das folhas no tratamento do reumatismo.
Arrebenta cavalo: No uso ritualístico esta erva é empregada em banhos fortes do pescoço para baixo, em hora aberta. É também usado em magias para atrair simpatia. Não é usada na medicina caseira.
Assa-peixe: Usada em banhos de limpeza e nos ebori. Na medicina popular ela é aplicada nas afecções do aparelho respiratório em forma de xarope.
Musgo: Aplicada em todas as obrigações de cabeça referentes a qualquer orixá. A medicina caseira aconselha a aplicação do suco no combate às hemorróidas (uso tópico).
Beldroega: Usada nas purificações das pedras de orixá e, principalmente as de Exu. O povo usa suas folhas socadas para apressar a cicatrização das feridas, colocando-as por cima.
Canena Coirana: Vegetal de excelente aplicação litúrgica, pois entra em todas as obrigações. O povo a tem como excelente estimulante do fígado.
Capixingui: Empregada em todas as obrigações de cabeça, nos abô, nos banhos de purificação e limpeza e, também nos sacudimentos. O povo afirma que o capixingui tem bons efeitos no reumatismo e no artritismo e nos sacudimentos. O povo afirma que o capixingui tem bons efeitos no reumatismo e no artritismo nos sacudimentos. O povo afirma que o capixingui tem bons efeitos no reumatismo e no artritismo nos sacudimentos. O povo afirma que o capixingui tem bons efeitos no reumatismo e no artritismo (reumatismo articular) utilizado em banhos, mais ou menos quentes, colocando-se nas juntas doloridas.
Cipó-chumbo: Sem uso na liturgia, porém muito prestigiada na medicina popular, como xarope debela tosses e bronquites; seu chá é muito eficaz no combate a diarreias sanguinolentas e à icterícia; seco e reduzido a pó, cicatriza feridas rebeldes.
Carobinha do Campo: Em alguns terreiros essa planta faz parte do ariaxé. A medicina caseira indica o chá de suas folhas para combate coceiras no corpo e, principalmente coceira nas partes genitais.
Cordão de Frade: É aplicada somente em banhos de limpeza e descarrego dos filhos deste orixá. O povo a indica para a cura da asma, histerismo e pacificador dos nervos. Também combate a insónia.
Cebola do mato: Sem uso ritualístico. A medicina caseira afirma que o cozimento de suas folhas apressa a cicatrização de feridas rebeldes.
Celidônia maior: Não possui uso ritualístico. É indicada pela medicina caseira como excelente medicamento nas doenças dos olhos, usando a água do cozimento da planta para banhá-los. Seu chá também é de grande eficácia para banhar o rosto e dar fim às manchas e panos branco.
Coentro: Muito aplicada como adubo ou condimento nas comidas do orixá, principalmente na carne e no peixe. Não é empregada nas obrigações ritualísticas. A medicina caseira indica esta erva como reguladora das funções digestivas e eliminadora de gases intestinais.
Cotieira: Não sabemos ao certo se esta erva tem aplicação ritualística. Na medicina caseira ela é estritamente de uso veterinário. Muito aplicada em cães para purgar e purificar feridas.
Erva-Moura: Esta erva faz parte dos banhos de limpeza e purificação dos filhos do orixá. Seu uso popular é como calmante, em doses de uma xícara das de café, duas a três vezes ao dia. Essa dose não deve ser aumentada, de modo algum, pois em grande quantidade prejudica. As folhas tiradas do pé, depois de socadas, curam úlceras e feridas.
Estoraque Brasileiro: Sua resina é colhida e reduzida a pó. Este pó, misturado com benjoim, é usado em defumações pessoais. Essa defumação destina-se a arrancar males. O povo aconselha o pó desta no tratamento das feridas rebeldes ou ulcerações, colocando o mesmo sobre as lesões.
Figo Benjamim: Erva muito usada na purificação de pedras ou ferramentas e na preparação do fetiche de Exu. Empregada, também, em banhos fortes para pôr fim a padecimentos de pessoa que esteja sofrendo obsidiação ou obsessão. O povo aplica o cozimento das folhas para tratar feridas rebeldes, e banhos para curar o reumatismo.
Hortelã brava: Empregada em obrigações de ori, nos abô e nos banhos de purificação dos filhos deste orixá. No uso caseiro é utilizada para combater o veneno de cobras, lacraus e escorpiões. É eficaz contra gases intestinais, dores de cabeça e como diurético. É perfeita curadora de coceiras rebeldes e tiro acertado nos catarros pulmonares, asma e tosse nervosa, rebelde.
Guararema: Em terreiros de Umbanda e Candomblé ela é aplicada em banhos fortes e nos descarregos. Os galhos da erva são usados em sacudimentos domiciliares. Os banhos fortes a que nos referimos são aplicados em encruzilhadas – na encruzilhada em que se tomar o banho arria-se um mi-ami-ami, oferecido a Exu. E deve ser feito em uma encruzilhada tranquila. É um banho de efeitos surpreendentes. Na medicina caseira esta erva é utilizada para exterminar abcessos, tumores, socando-se bem as folhas e colocando-as sobre a tumorização. O cozimento das folhas é eficaz no tratamento do reumatismo. Em banhos quentes e demorados, de igual sorte também cura hemorróidas.
Jenipapo: As folhas servem para banhos de descarrego e limpeza. A medicina caseira aplica o cozimento das cascas no tratamento das úlceras, o caldo dos frutos é combatente de hidropisia.
Jurubeba: Somente usada em obrigações com objectivo de descarrego e limpeza. Suas folhas e frutos permitem o bom funcionamento do fígado e baço, garante a sabedoria popular. Debela e previne hepatite com ou sem edemas.
Mangue Cebola: É usado apenas em sacudimentos domiciliares, utilizando o fruto, a cebola. Procede-se assim: corta-se a cebola em pedaços miúdos e, cantando-se para Exu, espalha-se pela casa, nos recantos, e sob os móveis. O povo usa a cebola, fruto do mangue, esmagada sobre feridas rebeldes.
Mangue vermelho: Usa-se apenas as folhas, em banhos de descarrego. O povo a indica como excelente adstringente que possui alto teor de tanino. Muito eficaz no tratamento das úlceras e feridas rebeldes, aplicando o cozimento das folhas em compressas ou banhando a parte lesada.
Manjericão-roxo: Empregado nas obrigações de ori dos filhos pertencentes ao orixá das endemias. Colhido e seco, sua folha previne contra raios e coriscos em dias de tempestades, usando o defumador. Também é usada como purificador de ambiente. Não possui uso na medicina popular.
Panacéia: Entra nas obrigações de ori e banhos de descarrego ou limpeza. O povo a aponta como poderoso diurético e de grande eficácia no combate à sífilis, usando-se o chá. É indicada também no tratamento das doenças de pele, darros, eczemas e ainda debela o reumatismo, quando usada em banhos.
Picão da praia: Apenas na Bahia ouvimos falar que esta planta pertence a Obaluaiê. Não conhecemos seu uso ritualístico. A medicina popular dá-lhe muito prestígio como diurético e eficaz nos males da bexiga. Usada como chá.
Piteira imperial: Seu uso se limita às defumações pessoais, que são feitas após o banho. A medicina popular utiliza as folhas verdes, em cozimento, para lavar feridas rebeldes, aproximando a cura ou cicatrização.
Quitoco: Usada em banhos de descarrego ou limpeza. Para a medicina popular esta erva resolve males do estômago, tumores e abcessos. Internamente é usado o chá, nos tumores aplica-se as folhas socadas. Muito utilizada nas doenças de senhoras.
Sabugueiro: Não possui uso ritualístico. É decisiva no tratamento das doenças eruptivas: sarampo, catapora e escarlatina. O cozimento das flores é excelente para a brotação do sarampo.
Sumaré: Não tem aplicação ritualística ou obrigações litúrgicas. Porém possui grande prestígio popular, devido ao seu valor curativo, promovendo com espantosa rapidez a abertura de tumores de qualquer natureza, pondo fim às inflamações. É empregado contra furúnculos, panarícios e erisipelas, regenerando o tecido atacado por inflamações de qualquer origem.
Trombeteira branca: Não possui nenhuma aplicação nas obrigações de cabeça. Apenas é usada nos banhos de limpeza dos filhos do orixá da varíola. Seu uso na medicina popular é pouco frequente. Aplica-se apenas nos casos de asma e bronquite.
Urtiga-mamão: Aplicada em banhos fortes, somente em casos de invasão de eguns. O banho emprega-se do pescoço para baixo. Esse banho destrói larvas astrais e afasta influências perniciosas. O povo indica esta erva na cura de erisipela, usando um algodão embebido do leite da planta. O chá de suas folhas debela males dos rins.
Velame do campo: Vegetal utilizado em todas as obrigações principais: ebori, simples ou completo. Indispensável na feitura de santo e nos abô dos filhos do orixá. Na medicina caseira o velame é utilizado como anti-sifilítico e anti-reumático.
Velame verdadeiro: Possui plena aplicação em quaisquer obrigações de cabeça e nos abô. Usada também nos sacudimentos. A medicina do povo afirma ser superior a todos os depurativos existentes, além de energético curador das doenças da pele.
Ervas de Oxumaré
Alcaparreira – Galeata: Entra em várias obrigações do ritual, utilizando-se folhas e cascas verdes. Muito prestigiada nos abô de preparação dos filhos para obrigação de cabeça e nos banhos de limpeza. A medicina caseira indica como diurética, usadas as cascas da raiz. Os frutos são comestíveis e deles se prepara uma geleia que é eficaz contra picadas de cobras ou insectos venenosos, em razão do princípio ativo: rutinã.
Altéia – Malva-risco: Muito empregada nos banhos de descarrego e na purificação das pedras dos orixás Nanã. Oxum, Oxumarê, Yansã e Yemanjá. Muito prestigiada nos bochechos e gargarejos, nas inflamações da boca e garganta.
Angelicó – Mil-homens: Tem grande aplicação na magia de amor, em banhos de mistura com manacá (folhas e flores), para propiciar ligações amorosas, aproximando o sexo masculino. A medicina caseira aplica-o como estomacal, combatendo a dispepsia. As gestantes não devem usar.
Araticum-de-areia – Malolô: Liturgicamente, os bantos a usam nos banhos de descarrego, sem mistura de outra erva. A medicina caseira indica a polpa e os frutos para resolver tumores e cozimento das folhas no tratamento do reumatismo.
Cavalinha – Milho-de-cobra: Aplicada nas obrigações de cabeça, nos abô e como axé nos assentamentos dos dois orixás. Não possui uso na medicina popular.
Graviola – Corosol: Tem plena aplicação nos abô dos orixás, nos banhos de abô e nos de limpeza e descarrego. É indispensável aos filhos recolhidos para obrigações de cabeça beberem uma dose de suco pela manhã. O povo usa a graviola de diabetes, aplicando o chá.
Ingá-bravo: “Não conhecemos aplicação ritualística. O povo a consagra como sério adstringente e, por isso, indica o uso das casacas, em cozimento, na cura das úlceras e feridas rebeldes, banhando-as.
Língua-de-vaca – Erva-de-sangue: Planta empregada nas obrigações principais, nos abô e nos banhos de purificação dos filhos do orixá. É axé para assentamentos do mesmo orixá. O uso caseiro é nas doenças de pele, nas sifilíticas e nos resfriados.
Ervas de Iansã/Oyá
Alface: É empregada nas obrigações de Egun, e em sacudimentos. O povo a indica para os casos de insónia, usando as folhas ou o pendão floral. Além de chamar o sono, pacifica os nervos.
Altéia – Malvarisco: Muito empregada nos banhos de descarrego e na purificação das pedras dos orixás Nanã, Oxum, Oxumarê, Yansã Yemanjá. Muito prestigiada nos bochechos e gargarejos, nas inflamações da boca e garganta.
Angico-da-folha-miúda – Cambuí: Só possui aplicação na medicina caseira a casca ou os frutos em infusão no vinho do porto ou otin (cachaça), age como estimulador do apetite. Os frutos em infusão, também fornecem um licor saboroso, do mesmo modo combate a dispepsia.
Bambu: É um poderoso defumador contra Kiumbas. O banho também é excelente contra perseguidores. Na medicina popular é benéfico contra as doenças ou perturbações nervosas, nas disenterias, diarreias e males do estômago.
Cambuí amarelo: Só é utilizado em banhos de descarrego. A medicina caseira indica como indica como adstringente, e usa o chá nas diarreias ou disenterias.
Catinga-de-mulata – Cordão-de-Frade – Cordão-de-São-Francisco: Seu uso ritualístico se restringe aos banhos de limpeza e descarrego dos filhos de Oyá. O povo a indica para curar asma, histerismo e como pacificadora dos nervos.
Cordão-de-Frade verdadeiro: Essa planta é aplicada em banhos tonificantes da aura e limpezas em geral. O povo afirma que hastes e folhas, em cozimento ou chá, combate a asma, melhora o funcionamento dos rins e beneficia no caso de reumatismo.
Cravo-da Índia – Cravo-de- Doce: Entra em quaisquer obrigações de cabeça e nos abô. Participa dos banhos de purificação dos filhos dos orixás a que pertence. O povo indica suas folhas e cascas em banhos de assento para debelar a fadiga das pernas. Óptimo nos banhos aromáticos.
Dormideira sensitiva: Não conhecemos seu uso ritualístico. A medicina caseira indica esta planta como emoliente, mais especificamente para bochechos e gargarejos, nas inflamações de boca. Indicada como hipnótico, pondo fim a insônia. É utilizado o cozimento de toda a planta.
Espirradeira – Flor-de-São-José: Participa de todas as obrigações nos cultos afro-brasileiros. Esta planta é utilizada nas obrigações de cabeça, nos abô e nos abô de ori. Pertence aos orixás Xangô e Yansã, porém há, ainda, um outro tipo branco que pertence a Oxalá. O povo indica o suco das folhas desta contra a sarna e pôr fim aos piolhos. Em uso externo.
Eucalipto-limão: de grande aplicação nas obrigações de cabeça e nos banhos de descarrego ou limpeza dos filhos de orixá. A medicina caseira indica-o nas febres e para suavizar dores. Usado em banhos de assento, é também emoliente.
Flamboiant: Não é utilizado em obrigações de cabeça, sendo usado somente em algumas casas de banhos de purificação dos filhos dos orixás. Porém suas flores tem vasto uso, como ornamento, enfeite de obrigação ou de mesas em que estejam arriadas as obrigações. Sem uso na medicina popular.
Gengibre-zingiber: São aplicados os rizomas, a raiz, que se adiciona ao aluá e a outras bebidas. O povo costuma dizer que é também ingrediente no amalá de Xangô. A medicina caseira a usa nos casos de hemorragia de senhoras e contra as perturbações do estômago, em chá.
Gitó-carrapeta – bilreiro: É de hábito ritualístico empregá-la em banhos de limpeza e purificação dos filhos do orixá a que se destina. O povo indica na cura de moléstia dos olhos. Não aconselhamos o uso interno.
Hortelã-da-horta – Hortelã-verde: Muito usada na culinária sagrada. Entra nas obrigações de cabeça alusivas a qualquer orixá. Participa do abô dos filhos-de-santo. A medicina caseira o aponta como eficiente debelador de tosses rebeldes; de bons efeitos nas bronquites é muito útil no tratamento da asma.
Inhame: Seu único emprego ritualístico é o uso das folhas grandes como toalha nas obrigações de Exu. O inhame é tido como depurativo do sangue na medicina caseira.
Jenipapo: As folhas servem para banhos de descarrego e limpeza. A medicina caseira aplica o cozimento das cascas no tratamento das úlceras, o caldo dos frutos é combatente de hidropisia.
Lírio do Brejo: São usados folhas e flores nas obrigações de ori, nos abô e nos banhos de limpeza ou descarrego. O povo emprega o chá das raízes, rizomas, como estomacal e expectorante.
Louro – Loureiro: Planta que simboliza a vitória, por isso pertence a Oyá. Não tem aplicação nas obrigações de cabeça, mas é usada nas defumações caseiras para atrair recursos financeiros. Suas folhas também são utilizadas para ornamentar a orla das travessas em que se coloca o acarajé para arriar em oferenda a Iansã.
Mãe-boa: Seu uso se restringe somente aos banhos de limpeza. Muito usada pelo povo contra o reumatismo, em chá ou banho.
Manjericão-roxo: Empregado nas obrigações de ori dos filhos pertencentes ao orixá do trovão. Colhido e seco, previne contra raios e coriscos em dias de tempestades, usando o defumador. Não possui uso na medicina popular.
Maravilha bonina: Utilizada nas obrigações de ori relativas a Oyá ebori, lavagem de contas e feitura de santo. Não entra nos abô a serem tomados por via oral. O povo a indica para eliminar leucorreia (corrimentos), hidropisia, males do fígado, afecções hepáticas e cólicas abdominais.
Ervas de Obá
Cabe salientar que Obá usa as mesmas ervas que Yansã.
Ervas de Nanã
Agapanto: É um vegetal pertencente a Oxalá, Nanã e a Obaluayê. O branco é de Oxalá e o lilás é da deusa das chuvas e do orixá das endemias e das epidemias. É também aplicado como ornamento em pejis, e banhos dos filhos destes orixás. Não possui uso na medicina popular.
Altéia – Malvarisco: Muito empregada nos banhos de descarrego e na purificação das pedras dos orixá Nanã, Oxum, Oxumar6e, Yansã e Yemanjá. Muito prestigiada nos bochechos e gargarejos, nas inflamações da boca e garganta.
Angelim-amargoso – Morcegueira: Pertence a Nanã e Exu. Muito usada em carpintaria, por ser madeira de lei. Folhas e flores são utilizadas nos abô dos filhos de Nanã. As cascas dizem respeito a Exu; elas são aplicadas em banhos fortes de descarrego, com o propósito de destruir os fluidos negativos.
Assa-peixe: Usada em banhos de limpeza e nos ebori dos filhos do orixá das chuvas. Na medicina popular ela é aplicada nas afecções do aparelho respiratório em forma de xarope. Utilizada como emostático.
Avenca: Vegetal delicadíssimo e mimoso. Tem emprego nas obrigações de cabeça e nos abô embora ela mereça ser economizada em face de sua delicadeza para ornamento. A medicina popular indica as folhas para debelar catarros brônquios e tosses.
Cedrinho: Este vegetal possui muitas variedades, todas elas pertencentes a deusa das chuvas. Sua aplicação é total na liturgia dos cultos afro-brasileiros. Empregado nas obrigações de cabeça, nos abô, banhos de corpo inteiro e nos de purificação. Excelente abô de ori, tonificador da aura. Em seu uso caseiro combate as disenterias, suas folhas em cozimento em banhos ou chá curam hérnias. É tónico em estados febris rebeldes.
Cipreste: Aplicada nas obrigações de cabeça e nos banhos de purificação e descarrego. A medicina popular indica banhos desta erva para tratar feridas e o chá para curar úlceras.
Gervão: Além de ser folha sagrada de Nanã, também é Xangô. Sem aplicação nas obrigações rituais. A medicina caseira a indica no tratamento das doenças do fígado, levando suas folhas em cozimento adicionando juntamente raízes de erva-tostão. O chá do gervão também debela as doenças dos rins.
Manacá: Seu uso ritualístico se limita aos banhos de descarrego. Muito empregada na magia amorosa. Nesse sentido, ela é usada em banhos misturada com girassol e mil-homens. O chá de suas raízes é utilizado pela medicina caseira para facilitar o fluxo menstrual.
Quaresma – Quaresmeira: Esta arboreta tem aplicação em todas as obrigações de cabeça, nos abô e nos banhos de limpeza e purificação dos filhos da deusa das chuvas. Durante o ritual toda a planta é aproveitada, excepto a raiz. A medicina caseira a indica nos males renais e da bexiga, em chá.
Quitoco: Usada em banhos de descarrego ou limpeza. Para a medicina popular esta erva resolve males do estômago, tumores e abcessos. Internamente é usado o chá, nos tumores aplica-se as folhas socadas.
Ervas de Yemanjá
Alcaparreira – Galeata: Muito usada nos terreiros do Rio Grande do Sul. Entra nas mais variadas obrigações do ritual, sendo utilizadas para isso folhas e cascas. Também é muito prestigiada nos abô de preparação dos filhos, para obrigação de cabeça e nos banhos de limpeza. As cascas e raízes popularmente vem sendo usadas como diuréticos. Seus frutos são comestíveis e deles é preparada uma geléia eficaz contra picadas de cobras e insectos venenosos.
Altéia – Malvarisco: Muito empregada nos banhos de descarrego e na purificação das pedras dos orixás Nanã, Oxum, Oxumarê, Yansã e Yemanjá. Muito prestigiada nos bochechos e gargarejos, nas inflamações da boca e garganta.
Aracá-da-praia: Planta arbórea pertencente a Yemanjá e a Oxóssi. É empregada nas obrigações de cabeça, nos abô e nos banhos de purificação dos filhos dos orixás a que pertence. No uso popular cura hemorragias, usando-se o cozimento. Do mesmo modo também é utilizado para fazer lavagens genitais.
Araticum-de-areia – Malolô: Liturgicamente, os bantos a usam nos banhos de descarrego, sem mistura de outra erva. A medicina caseira indica a polpa dos frutos para resolver tumores e o cozimento das folhas no tratamento do reumatismo.
Coco-de-iri: Sua aplicação se restringe aos banhos de descarrego, empregando-se as folhas. A medicina caseira indica as suas raízes cozidas para por fim aos males do aparelho genital feminino. É usado em banhos semicúpios e lavagens.
Erva de Santa Luzia: Muito usada nas obrigações de cabeça, ebori, lavagem de contas, feitura de santo e tiragem de zumbi. De igual maneira, também se emprega nos abô, banhos de descarrego ou limpeza dos filhos dos orixás. A medicina popular a consagrou como um grande remédio, por ser de grande eficácia contra o vício da bebida. O cozimento de suas folhas é empregado contra doenças dos olhos e para desenvolver a vidência.
Fruta-da-Condessa: Tem aplicação nas obrigações de cabeça, nos banhos de descarrego e nos abô. É de grande importância na medicina popular, pois suas raízes em decocto são um grande remédio para a epilepsia. Toma-se meio copo três vezes ao dia. Apesar da irreversibilidade da doença.
Graviola – Corosol: Tem plena aplicação nos abô dos orixás, nos banhos de abô e nos de limpeza e descarrego. É indispensável aos filhos recolhidos para obrigações de cabeça beberem uma dose do suco pela manhã. O povo usa a graviola nos casos de diabete, aplicando o chá.
Guabiraba anis: Aplicada em todas as obrigações de cabeça, nos abô de uso geral e nos banhos de purificação e limpeza dos filhos dos orixás. Utilizadas do mesmo modo nos abô de ori. A medicina popular a utiliza para pôr fim nas doenças dos olhos (conjuntivites). Banhos demorados favorecem aos sofredores de reumatismo.
Jequitibá rosa: Sem uso ritualístico. Para a medicina caseira ele é um poderoso adstringente. Milagroso no tratamento das leucorreias (corrimento); o cozimento das cascas é eficaz nas hemorragias internas, cura angina e inflamações das amígdalas.
Maçã-de-cobra: Usada nas obrigações de cabeça, nos abô e nos banhos de descarrego e limpeza. Não possui uso na medicina popular.
Musgo marinho: Esta planta vive submersa nas águas do mar. É planta que entra nas obrigações de ori e nos banhos de limpeza dos filhos de Yemanjá. Os musgos são utilizados pela medicina caseira nas perturbações das vias respiratórias.
Pata de vaca: empregada nos banhos de descarrego e nos abô, para limpeza dos filhos dos orixás a que pertence. A pata de vaca, na medicina popular, é indicada para exterminar diabetes, e por essa razão, é tida como insulina vegetal. Também cura leucorreia em lavagens vaginais.
Trapoeraba azul – Marianinha: Esta planta é aplicada em todas as obrigações de cabeça, nos abô e nos banhos de limpeza e purificação. Também é axé integrante dos assentamentos do orixá a que pertence. No uso popular a erva é utilizada contra os efeitos de picadas de cobras. É também diurética e age contra o reumatismo. Os filhos da deusa das águas salgadas banham-se periodicamente com esse tipo de vegetal.
Unha de vaca: Aplicada em banhos de descarrego dos filhos da deusa. Na medicina caseira é utilizado como adstringente. Aplicado em lavagens locais e banhos semicúpios para combater males ou doenças do aparelho genital feminino.
Ervas de Oxalá
Alecrim de Caboclo: Erva de Oxalá, porém mais exigido nas obrigações de Oxóssi. Não possui uso na medicina popular.
Alecrim de Tabuleiro: Erva empregada nas obrigações, nos abô e é um maravilhoso afugentador de larvas astrais, razão pela qual deve-se usá-lo nos defumadores, quer das casas de culto. Não possui uso na medicina popular.
Alecrim do Campo: Seu uso se restringe a banhos de limpeza. É muito usado nas defumações de terreiros de Umbanda. Em seu uso medicinal resolve o reumatismo, aplicado em banhos.
Angélica: Tem emprego ritualístico muito reduzido. Sua flor espanta influências malignas e neutraliza a emissão de ondas negativas. É aplicado na magia do amor, propiciando ligações amorosas. A flor também é usada como ornamento e dá-se de presente na vibração do que quer. Não possui uso na medicina popular.
Araçá: As folhas são aplicadas em quaisquer obrigações de cabeça e nos abô. Usada de igual sorte nos banhos de purificação. O povo indica esta espécie como um energético adstringente. Cura desarranjos intestinais e põe fim às cólicas. Usam-se folhas e cascas em cozimento.
Barba de Velho: Aplicadas em todas as obrigações de cabeça referentes a qualquer orixá. Usa-se também após as defumações pessoais feitas após o banho. A medicina caseira indica seu uso tópico no combate às hemorróidas.
Baunilha verdadeira: Aplicada nas obrigações de cabeça e na tiragem de Zumbi. A medicina popular indica esta erva no restabelecimento do fluxo menstrual. São usadas folhas e caule, em chá. debela as hipocondrias, as tristezas e é energético afrodisíaco. É preconizada para pôr fim à esterilidade.
Calistemo Fênico: É uma extraordinária mirtácea que entra em qualquer obrigação de cabeça, ebori, feitura de santo, lavagem de contas, tiragem de Zumbi ou tiragem da mão de cabeça. Medicinalmente é usada em doenças do aparelho respiratório, bronquites, asma e tosses rebeldes. Aplica-se o chá.
Camélia: Vegetal muito usado na magia amorosa. É captadora de fluidos positivos, a flor. Usada, aproxima uso na medicina popular.
Camomila / Marcela: Sua aplicação é restrita nas obrigações ritualísticas. Usa-se, entretanto, nos banhos de descarrego e nos abô.
Carnaúba: Só tem aplicação em abô feito da folha, que basta para cobrir a cabeça e, depois, cobrir-se a cabeça durante doze horas, fugindo aos raios solares. É fortalecimento da aura e alimento da cabeça. A vela de cera de carnaúba é a melhor iluminação para o orixá.
Cinco Folhas: Aplicada em todas as obrigações de cabeça, nos abô e nos banhos de descarrego. A medicina caseira indica esta erva como eficaz depurativo do sangue.
Cipó-cravo: Não possui uso ritualístico. Na medicina caseira actua como debelador das dispepsias e dificuldade de digestão. Usa-se o chá ao deitar. É pacificador dos nervos e propicia um sono tranquilo. A dose a ser usada é uma xícara das de café ao deitar.
Colónia: Possui aplicação em todas as obrigações de cabeça. Indispensável nos abô e nos banhos de limpeza de filhos-de-santo. Aplicada, também, na tiragem de Zumbi, para o que se usa o sumo. Como remédio caseiro põe fim aos males do estômago. Usado como chá (pendão ou cacho floral).
Cravo da Índia: Utilizada em qualquer obrigação de cabeça, nos abô e nos abô de cabeça. De igual sorte, participa dos banhos de purificação dos filhos dos orixás a que pertence. O povo tem-no como óptimo nos banhos aromáticos, o cozimento de suas folhas e cascas debelam a fadiga das pernas em banhos de assento.
Erva de Bicho: Usada em banhos de purificação de filhos-de-santo, quaisquer que sejam e que vão submeter-se a obrigações de santo ou feitura de santo. É positiva a limpeza que realiza e possante destruidora de fluidos negativos. O povo indica esta planta em cozimento (chá) a fim de curar afecções renais.
Espirradeira: Participa em todas as obrigações de cabeça, nos abô e nos abô de ori. A medicina do povo indica o suco dessa planta, em uso externo, contra a sarna e para pôr fim aos piolhos.
Estoraque Brasileiro: Sua resina é recolhida e reduzida a pó. Este pó, misturado com benjoim, é usado em defumações pessoais. Essa defumação destina-se a arrancar males. O povo aconselha o pó desta no tratamento das feridas rebeldes ou ulcerações, colocando o mesmo sobre as lesões.
Eucalipto / Cidra: Empregado em todas as obrigações de cabeça, em banhos de descarrego ou limpeza de Zumbi. Na medicina caseira é usado nas afecções dos brônquios, em chá.
Eucalipto / Murta: Empregado em todas as obrigações de cabeça, nos abô e nos banhos de limpeza. A medicina caseira indica-o nas febres e para suavizar dores. Recomendado também nas doenças do aparelho respiratório.
Fava de Tonca: A fava é usada nas cerimônias do ritual, o fruto é usado depois de ser reduzido a pó. Este pó é aplicado em defumações ou simplesmente espalhado no ambiente. Anula fluidos negativos, afugenta maus espíritos e destrói larvas astrais. Propicia proteção de amigos espirituais. Não possui uso na medicina popular.
Fava Pichuri: No ritual de Umbanda e Candomblé usa-se o fruto, a fava, que reduz a pó, o qual é aplicado espalhando-se no ambiente. Aplica-se, igualmente, em defumações que atraem bons fluidos. É afugentador de eguns e dissolve ondas negativas, anulando larvas astrais.
Folha da Fortuna (é o mesmo que saião): É usada em todas as obrigações de cabeça, em banhos de limpeza ou descarrego e nos abô de qualquer filho-de-santo. Na medicina popular é muito eficaz acelerando cicatrizações, contusões e escoriações, usando-se as folhas socadas sobre o ferimento.
Funcho: Empregada em todas as obrigações de cabeça, nos abô e em banhos de limpeza. Usa-se, do mesmo modo, para tirar mão de Zumbi. O povo dá-lhe bastante prestígio como excitante e para as mulheres aumentarem a secreção de leite. Eficaz na liberação de gases intestinais, cólicas, diarreias, vómitos. É usado no tratamento dos males aqui referidos quando se trata de crianças.
Girassol: Tem aplicação no ritual. Usa-se nas obrigações de cabeça e nos abô e banhos de descarrego. Tem grande prestígio nas defumações, em face de ser anuladora de eguns e destruidora de larvas astrais. Nas defumações usam-se as folhas e nos banhos colocam-se, também, as pétalas das flores, colhidas antes do sol. Não possui uso na medicina popular.
Golfo de flor branca: Planta aplicada em obrigações de cabeça, ebori e banhos dos filhos de Oxalá. O povo indica suas raízes como adstringente e narcóticas, mas lavadas, debelam a disenteria e, as flores, as úlceras e leucorreia.
Guaco cheiroso: Aplica-se nas obrigações de cabeça e em banhos de limpeza. Popularmente, esta erva é conhecida como coração-de-Jesus. Medicinalmente, combate as tosses rebeldes e alivia bronquites agudas, usando-se o xarope. Como antiofídico (contra o veneno de cobra), usam-se as folhas socadas no local e, internamente, o chá forte.
Hortelã da horta: conhecida como hortelã de tempero e, deste modo, muito usada na culinária sagrada e na profana também. Entra nas obrigações de cabeça alusivas a qualquer orixá. Participa do abô dos filhos-de-santo. Popularmente é conhecido como eficiente debelador de tosses rebeldes; de bons efeitos nas bronquites é muito útil no tratamento da asma. É excitante e fortalecedor do estômago.
Jasmim do Cabo: Seu uso restringe-se ao adorno de pejis em jarra ladeando Oxalá. Não possui uso na medicina popular.
Laranjeira: As flores são aplicadas nas obrigações de ori. São também indicadas em banhos. Para o povo, o chá desta erva é um excelente calmante.
Lírio do Brejo: Usam-se as folhas e flores nas obrigações de ori, nos abô e nos banhos de limpeza ou descarrego. O povo emprega o chá das raízes como estomacal e expectorante.
Malva Cheirosa: Usada nas obrigações de cabeça, nos abô e banhos de purificação de filhos-de-santo. O povo a indica para desinflamar as afecções da boca e garganta. É emoliente, propiciando vir a furo os tumores da gengiva. Usa-se em bochechos e gargarejos.
Malva do Campo: Seu uso se restringe aos banhos descarrego e limpeza. Em seu uso popular possui o mesmo valor da malva cheirosa.
Mamona: Esta erva é muito utilizada como recipiente para se arriar ebó para Exu. Não possui uso na medicina popular.
Manjericão Miúdo: Usada na preparação de abô e nos banhos de purificação dos filhos a entrar em obrigações ou serem recolhidos. É considerado pela medicina caseira como excelente eliminador de gases.
Manjerona: Entra em todas as obrigações de ori, em banhos de limpeza ou descarrego e nos abô. A medicina popular aplica-a como correctiva de excessos de excitações sexuais, abrandando os apetites do sexo.
Mastruço: Não possui aplicação em nenhuma cerimónia ritualística. Porém na medicina caseira é extraordinário tratamento das afecções pulmonares, notadamente nas pleurisias secas ou com derrame. Desta erva é usado o sumo, simples ou misturado com leite. Quantas vezes o doente queira.
Mil em Rama: Não possui uso ritualístico. É adstringente e aromática. Indicada em doenças do peito, hemorragias pulmonares e hemoptise.
Narciso dos Jardins: Esta erva é somente usada para o assentamento. A medicina caseira o tem como planta venenosa.
Noz de Cola: Erva indispensável nos banhos dos filhos de Oxalá. Para o banho, rala-se a semente, o obi, misturando-se com água de chuva. A medicina popular indica esta erva como tónico fortificante do coração. É alimento destacado em face de diminuir as perdas orgânicas, regulando o sistema nervoso.
Noz-moscada: Desta erva utiliza-se o pó em mistura com a canela também em pó. Isto feito, espalha-se no ambiente caseiro ou em lugar onde se exerce atividade, para melhoria das condições financeiras. É também usado como defumador. Não possui uso na medicina popular.
Patchouli: Erva usada em todas as obrigações de ori, ebori, feitura de santo, lavagem de contas e tiragem de Zumbi. É parte dos abô que se aplicam aos filhos-de-santo. A medicina popular indica o patchouli como possuidor de um princípio activo que é insecticida.
Poejo: Entra em todas as obrigações de ori de filhos-de-santo, quaisquer que sejam os orixás dos referidos filhos. Popularmente, atenua os males do aparelho respiratório aconselhando o uso do cozimento das folhas e ramos. Muito eficaz nas perturbações da digestão, usando-se o chá.
Rosa Branca: Participa de todas as obrigações de cabeça. Usa-se, inicialmente, na lavagem do ori, ato preparatório para feitura. O povo consagrou-a como laxativo branco e aplicável no tratamento da leucorreia (corrimento) sob forma de lavagens e chá ao mesmo tempo. Como laxativo, é aplicado o chá.
Saião: Entra em todas as obrigações de cabeça, quaisquer que sejam os filhos e os orixás. Utilizada também no sacrifício ritual. Medicinalmente, é utilizada para evitar a intolerância nas crianças. Dá-se misturado o sumo, com leite. Em qualquer contusão, socam-se as folhas e coloca-se sobre o machucado, protegido por algodão e gaze. Do pendão floral ou da flor prepara-se um excelente xarope que põe fim a tosses rebeldes e bronquites.
Sálvia: Suas folhas e flores são utilizadas nas obrigações de cabeça, nos abô e banhos de limpeza dos filhos dos orixás a que pertence. Usada pelo povo como tónico adstringente. Emprega-se em casos de suores profundos, com grande efeito positivo, contra as aftas e feridas da boca. É grande aperiente (desdobradora do apetite).
Sangue de Cristo: Emprega-se em ebori, lavagem de contas e feitura de santo, e usa-se nos abô dos filhos de Oxalá. É conhecido popularmente como adstringente e tônico geral. Usa-se o chá ou cozimento das folhas como contraveneno.
Umbu: Possui aplicação em todos os actos da liturgia afro-brasileira, ebori, abô, feitura de santo e lavagens de cabeça e de contas. Bastante usada com resultados positivos nos abô de ori e nos banhos de purificação. O povo utiliza suas cascas em cozimento, para lavagens dos olhos e para pôr fim às moléstias da córnea.
Ervas de Oxaguian
Cabe salientar que Oxaguian usa as mesmas ervas que Oxalá.
Não use ervas sem orientação e no caso de fins medicinais, não o faça sem indicação médica. Não indico receitas por e-mail. Este site é apenas informativo. Não há responsabilidade médica nas indicações deste site. Baseado em bibliografia, revistas, Internet e relatos populares. Para se medicar com plantas você precisa realmente conheçer. Peça ajuda aos especialistas da área (ou caso você seja estudioso destas matérias, até adquirir uma confiança e capacitação própria).









oi, eu queria saber se a canela pega para algum orixa,muito axé…
Olá Magda
Nessa lista tem todas as ervas importantes de cada Orixá. Do meu conhecimento a canela não tem uso ritualístico.
Axé!
Olá Manuela, é um prazer enorme vc me responder, e queria agradece-lo tb por esse site tão especial de vcs, porque com certeza isso vai mudar e ajudar muitas pessoas,o povo precisa de conhecimento e são poucas as pessoas que tem essa disponabilidade e vcs com certeza irão colher muitas coisas boas.Eu desejo muito axé para vcs e meu Pai Oxalá lhes ilumine sempre.carinho muito especial para vcs bjos
Manuela, parabens pelo blog e pela postagem sobre as ervas. Também tenho um blog e espero sua visita: http://www.ibualama.blogspot.com
Ligia Moura abrigao pelas palavras e esteja a vontade, a casa é sua também. Com certeza visitaremos seu blog. Visite também http://ahoboboy.blogspot.com/ do Doté Jorge. é um ótimo espaço. Tomege.
Olha o dendê novamenteeee….Hoje estou inspirada nas perguntas, viu Nelson?!
Eu poderia fazer um jardim em homenagem a um determinado orixá, como por exemplo para Iansã? Vi que foi relacionado várias ervas, mas não as flores.Vc teria alguma sugestão? E se fosse para Ogum também, como seria essa homenagem em um jardim para este casal lindo?!
Bju no coração!!
Daniela não há grandes restrições de flores para Orixá, siga a mesma regra de flores para homens e mulheres, eu não qual flor é dada a homem, mas sei que tem. O que importa é a sua boa vontade e seu carinho. Tomege do Ogum
em muito me auxilia mesmo sem saber
belo trabalho
axé
paulo de tarso
oi gostei muito de conhecer um pouco sobre ervas, seria possivel me mandar por email um relatório sobre essas ervas? eu queria conhece-las e poder fazer um album com informações sobre elas como por exemplo, pra que servem
o nome delas, se serve pra usar em boris, banhos, simpatias,etc…
desde já agradeço,axé
Olá Tania,
Esse trabalho aí em cima é já bastante extenso e tem basicamente as informações que você procura no que toca às ervas de cada orixá. Não é possível entrar aqui em mais pormenores, e também não nos seria possível enviar e-mail todas as informações que nos vão pedindo aqui, creio que você entende, dado que temos mais de 3000 visitantes por dia…
Volte sempre!
Axé!
Olá manuela!! Gostei de encontrar esse material sobre as ervas dos orixás. sou professora e na semana de consciência negra vamos apresentar entre outros temas as ervas utilizadas nos rituais de candomblé, seu nome científico e sua utilização na medicina. Minha dificuldade é que quando vejo o termo abô, bori e outros em ioruba fico sem entender, gostaria de saber mais sobre os rituais pra poder passar aos alunos o correto, pois nos stands terão que saber explicar direito.Não sou adepta do candomblé dai a minha falta de conhecimento.Reconheço com religião forte em nosso pais e creio merecer todo o respeito que as demais tem.
Aguardo contato se puder me ajudar fico agradecida.
Laís Pimenta.
Camaçari Bahia
Olá Laís,
É natural que tenha dificuldade pois são termos familiares apenas para os que estão dentro do culto. Esses que mencionou, também não estão em Ioruba.
Claro que poderei ajudar, dentro do possível, mas desde já então deixo algumas indicações de informação que pode encontrar já neste blog. Se você olhar ali na barra lateral, em Categorias, encontra links para posts que foram aqui publicados relacionados com temáticas específicas, lá encontra o Bori e a Iniciação, e tem também o menu Cerimónias/Rituais com diversos posts. Lendo os artigos que lá estão, você ficará a perceber em que consiste cada um deles.
O Abô, é o nome dado ao preparo feito com ervas maceradas – segundo preceito específico que não posso aqui descodificar – e que é utilizado para banhos e lavagens no decorrer de diversos rituais, especialmente a iniciação e o bori.
Talvez seja de ajuda para você também o dicionário Ioruba que está no topo desta página, ao lado precisamente desta página sobre as ervas.
Caso tenha mais alguma questão, não hesite em colocar aqui.
Axé!
precisa- se do nome cientifíco de todas essas plantas!!!
Muito obrigada, vou fazer exatamente o que me disse. Indiquei aos meus alunos que acessassem também esta pagina para melhor fazerem o trabalho. Espero que atendam a minha recomendação. Informei que é fonte de pesquisa, que temos de perguntar a quem sabe, independente da fé que professão, e só podemos emitir uma opinião se tivermos conhecimento. Não sabe quantos “tá amarrado” pró, já ouvi por causa desta atividade, mas tudo bem a minha luta é contra a ignorância mesmo. Leciono Ciências no ensino fundamenta II antigo ginásio.
VALEU!!
Laís Pimenta
Olá Michele e Rebeca,
Esse é um outro trabalho e tanto…
É certo que para a maioria das plantas eu também tenho essa informação, mas para o blog, e para fins de informação para o candomblé, a informação tal como está acima é a necessária. Importa aqui mesmo é saber basicamente o essencial sobre as plantas de cada orixá.
Axé!
Olá Laís,
Fico feliz por poder ajudar. Caso tenha alguma questão específica, ou algum dos seus alunos, não hesite em colocar.
Axé!
Estou maravilhada com tantas informações,
só tenho a agradecer e desejar que vcs continuem
ajudando as pessoas.
Pois o povo dos terreiro, não esclarece certas coisas a
quem está chegando, existe uma certa hierarquia o que
ao meu entendimento afasta as pessoas.
Gostaria muito de ver uma certa abertura nos ensinamentos do candoblé, logico que com todo respeito
para esta religião que só nos dá tranquilidade e conhecimentos!!!
Muito obrigado e AXÉ a todos!!!
BOA NOITE !!!
BEM , GOSTARIA DE SABER QUAIS SÃO OS BANHOS INDICADOS PARA A PROSPERIDADE FINANCEIRA DOS FILHOS DE OXUM ,MUITO OBRIGADA !
AXÉ !!!
Marie bom dia dê uma procurada no site maemartadeoba, lá tem uma série de banhos que podem ser útil´para vc. Tomege do Ogum
Maria Edileide bom dia, a proposta do blog é justamente esta, divulgar informação e colaborar com os irmãos, volte sempre o blog é nosso rsrsrs. Tomege do Ogum
kd as ervas de mãe iyewá?!?!?!?
Olá Andressa,
Já lá estão também.
Axé!
Mojuba Manuela,
obrigado pelo blog e também pelas respostas, onde consigo encontrar a lista de casas de Candomblé em Sao Paulo.
Mais uma pergunta, as ervas de Oxalá servem para Oxaguian?
Obrigado
Olá Abib,
Sim, são exactamente as mesmas, aliás, trata-se do mesmo orixá, apenas Oxalufã é o oxalá mais velho e oxaguiã o oxalá mais novo.
pode entrar no link abaixo e procurar a lista de terreiros de candomblé e umbanda de s. paulo.
http://www.fflch.usp.br/sociologia/prandi/
Axé!
adorei, acho muito importante nos sabermos sobre as ervas e para que servem. beijos.
Estou tão feliz, pois encontrei pessoas q levam
a sério o esclarecimento dos q gostam do Candoblé!!!
Muito obrigada,,e qdo vierem a Bahia em especial a
Salvador, avisem,,,rsrsrsrs
Bjos
eu nasci a 18/03/1974 e ja me indicaram que nasci sobre um arcanjo negativo, devido a isso a minha vida tem sido tao dificil e aquilo que realmente quero, parece que quanto mais luto para ter, mais longe fica? que poderei fazer para mudar isso?
que plantas me aconselha a efectuar a limpeza e como o deverei efectuar?
vc pode me indicar uma folha de nome conhecido como banho de iansa.
Gostaria de parabenizar pelo belo trabalho !
Que tenha sempre muito Axé …Paz … e cada vez mais a humildade de passar conhecimentos, pois esse trabalho é muito lindo e faz crescer cada vez mais espiritualmente!
Carinhosamente
Rosângela
Olá Susana, Maria Edileide e Rosângela,
Muito obrigada pelas vossa palavras sobre o nosso trabalhop aqui. É muito gratificante e constitui um bom tónico para continuar.
Axé!
Olá Adriana,
Poderia te indicar uma quantidade delas, mas importaria saber para que fim seria esse banho. Os banhos, e qualquer trabalho, só devem ser feitos caso haja necessidade e indicações específicas para os fazer.
Nesse caso, havendo indicações, lógicamente te dirão que erva ou ervas utilizar e como.
Axé!
BOM,DIA MANUELA .OLHA ESTOU SEMPRE FAZENDO BANHOS PARA MIM,NA MAIORIA DAS VEZES PARA LIMPEZA,ME SINTO COMO UMA ESPONJA QUE ABSORVE MUITA ENERGIA PESADA (NEGATIVA )AS VEZES SINTO (EGUNS AO MEU LADO ,DEVIDO AO MEU COMPORTAMENTO ,TRISTE DEPRIMIDA ,SEM ANIMO PARA NADA ,CHEGA A PASSAR O DIA EM CIMA DE UMA CAMA APENAS DURMINDO OU CHORANDO E NEM SEI PQ ,COM PENSAMENTOS NEGATIVO ,BOM ME SINTO PESSIMA É AI QUE FAÇO OS BANHOS ,(BANHOS COMO ,DE BAGAÇO DE CANA DE ALGUMAS ERVAS CONHECIDA (ARRUDA ALECRIM,ENTRE OUTROS ,MAIS REFERENTE AO MEU PEDIDO A VC É PARA ME ENERGIZAR COM AS VIBRAÇÃO DE INHASA ,ME SENTIR MAIS FORTE ,COM BONS PENSAMENTOS ,BEM DISPOSTA . SEI QUE DEVERIA SER ORIENTADA PELO MEU PAI DE SANTO MAIS ESTOU MEIO AFASTADA DO CENTRO,POR PROBLEMAS PESSOAIS OU TALVES POR MINHA CABEÇA ESTAR CONFUSA DEMAIS ,COMO JA HAVIA DITO EM OUTRA PAGINA DESTE SITE TENHO QUASE CERTEZA QUE SOU DE INHASA COM OXOSSI ,E SEI QUE NAO SOU ASSIM ,TAO DEZANIMADA AO CONTRARIO ,NAOPERCO TEMPO PENSANDO SOU DE AGIR ,NAO PENSO ANTES DE FAZER JÁ FAÇO E DEPOIS PENSO ,SOU DE BUSCAR ,NAO GOSTO DE ESPERAR NINGUEM ,QUEM QUIZER QUE ME SIGA .ESTE BANHO É APENAS PARA EU VOLTAR A SER SIM,ATE QUE ENCONTRE UM CAMINHO PARA ME DIRECIONAR .
OBRIGADA
UM ABRAÇO, AXÉ
Adorei estou aprendendo muito,com este aprendizado espero eliminar os meus medos,si for possível escrevar mais sobre as incoporações,quais os procedimentos de uma casa, seja no Camdomblé ou Umbanda e Omoloco.
Sauadações,
Cristina
Uberlândia
Olá, estou vendo o site de vcs, e apesar de não seguir a religião, achei super interessante.
Fiz um trabalho sobre Religiões de Matriz-Africana, mas infelizmente encontrei esse site tarde demais, tenho certeza que haveria inúmeras coisas para poder mostrar, até mesmo ter citado como indicação!
Parabéns!
Olá
Gostaria de saber se as folhas de orégano estão ligadas a algum orixá?
Grata.
Kaiango não há relaçãoalgfuma, ao menos que eu conheça, nem na culinaria de Orixá. Tomege do Ogum
adorei e perfeitoo …
o site !
excelente trabajo, lo felicito!!!!
Olá..
Nelson ou Manoela,estou aguardando uma resposta para minha pergunta a cima,acredito que seja dificil para vcs responder a todas,e sei que o objetivo de vcs nao é ensinar qualquer tipo de trabalho e sim passar mais conhecimento para nós.
mais por favor me indique alguma erva,ja olhei as ervas mais nao sei qual devo fazer ou se é mais de uma.
so presciso de uma orientaçao,ou quem sabe uma chance para passar a ver as coisas de outra forma.ou quem sabe a minha propria vida, mais positiva.
sem querer me lamentar ou comover vcs,acabo de passar por mais um momento dificil,acabo de passar por uma enchente,e pode acreditar nao é facil vc perder em algumas horas o que levou 35 anos para ter, graças a Deus nao perdi minha vida e nem meus filhos, e nao quero perder minha fé,mas as vezes chego a achar que estou sendo castigada,por Deus ou ate pelos meus Orixas,so nao sei porque!
talves por nao fazer as coisas como deve ser feito, mais nao é o que quero.
Bom isto era para ser um pedido e se tornou em um desabafo, me desculpe as vezes nao sei expressar o que minha religiao significa para mim, so sei dizer que confio em Deus.
È como dizem *SE nao a bem que para sempre dure; Também não há, mal que nunca se acabe!*
AXE .
Adriana apesar de sua situação ser realmente preocupante, nós temos que ter sempre muito claro nossa responsabilidade como irmão mais velho, como ebomis, e como colaboradores da religião cujo trabalho está disponível pra tantas pessoas e sujeitos a tantas críticas, pensando nisso temos que ser muito éticos em nossos comentários e na forma de ajudar as pessoas. Eu li seu texto anterior e fui perguntar a minha Yá se há o que se fazer para te ajudar. A resposta não foi que eu queria, mas foi sincera. Adriana não será só com banhos que vc resolverá seu problema, ao menos não será com um único banho. Vc como diz está com problemas de origens diversas, então terá que ser tratado uma coisa de cada vez, por partes e muito bem visto cada passo dado. Não adianta misturar uma série de ervas e se banhar, por que pode inclusive piorar as coisas, então o que posso fazer é voltar a minha Yá e perguntar se há um meio de te ajudar a distancia, mas não posso ser sua única fonte de esperança, vc precisa ser forte, mais ainda do que já é e tem sido. De minha parte te garanto que vou me empenhar em procurar ajuda, mas vc terá que colaborar muito também. Onde vc mora, em que cidade? talvez possamos te indicar a alguém que possa também colaborar contigo, é só um talvez ok? Irei com vc até onde me for possível e espero sua compreensão se não nós pudermos ajudar além de nossas possibilidades, certo? Tomege do Ogum
cofé! é muito bom saber que tem pessoas com vc, q nos ajuda a enteder mais sobre a nossa religião,esta relação de ervas é muito emportante na vida de todo o inciado.muito obrigada por tudo.um forte abraço.
Olá, motumbá a todos.
Já fui aluno do Prof, Reginaldo Prandi, e sei o quão sério devem ser as pesquisas relacionadas aos cultos afros.
Enfim, três dúvidas surgiram quando li todo este trabalho acerca as plantas.
1. A espirradeira é venenosíssima, como podem utilizá-la em rituais de Ori, ainda mais com gberés (aberés) abertas?
2. por que a ausência do boldo como planta de Oxalá, é a mais conhecida deste orixá. tanto que um de seus nomes populares é tapete de Oxalá.
3. Alguém sabe os motivos de terem assimilado as ervas de Iansã para Obá? sendo que são distintas e de ritos diferentes e próprios?
obrigado,
Silvinho de Logunèdé obrigado pelas observações, nós ainda não tivemos o prazer de ter o contato direto com o Prof Reginaldo Prandi, será de imenso valor este contato e se um dia pudermos, com certeza faremos cursos com ele. Procuramos aqui no blog exercer um trabalho sério e honesto sobre nossa religião, somos muito criteriosos nas escolhas dos textos. Mas ainda assim pode haver um esquecimento ou mesmo uma falha. Sobre suas observações de equivocos no texto como os que vc cita. Peço que nos ajude e colabore com o nosso blog e nossa religião corrigindo o que vc enteder que deve ser corrigido, nos envie uma lista com essas correções. Será sempre muito bem vinda sua colaboração neste sentido.
Tomege do Ogum
Olá Silvinho de Logunèdé,
Tal como o Nelson já disse, terei todo o prazer em ter aqui a sua colaboração para o aprimoramento da informação que vamos passando, sendo que é nossa preocupação sempre que ela seja correcta.
Quanto às questões que coloca, vamos por partes, e mesmo assim, não temos aqui espaço para desenvolver muito nenhuma delas, mas vou tentar, assim mesmo.
1 – A Espirradeira é apenas uma das muitas plantas que estão em toda a listagem de plantas dos diversos orixás que é venenosa ou venenosíssima, como você diz. Existem também algumas que não são consideradas venenosas, mas que, se erradamente combinadas, poderão também causar grandes danos. Mas qualquer planta tem uma forma específica de ser utilizada, não só na forma como é colhida e preparada como levando em conta a dosagem e também com que outras plantas ela possa ser combinada. Deste cuidado, e só com este conhecimento, não se fazem disparates e não se causam danos às pessoas. Não é à toa que o colher das plantas e o preparo das mesmas para os mais diversos fins só deve ser feito por quem de direito, não é coisa para qualquer um, e no candomblé, como você seguramente sabe, existe um cargo específico que se encarrega em exclusivo das plantas, e essa pessoa deve de facto ter o conhecimento para o poder desempenhar.
2 – Nas listagens não estão todas as plantas de todos os Orixás. Está sem dúvida a grande maioria, mas não todos, e creio que sempre vai faltar alguma… Permita-me discordar, mas o Boldo não é a planta mais conhecida de Oxalá. É de facto muito utilizado, e como qualquer outra planta, tem utilizações específicas, mas não a considero a mais conhecida. O Boldo mais utilizado, o chamado Boldo da Terra (de entre as 3 espécies que se conhecem) é também conhecido como falso boldo, boldo africano, boldo-do-reino ou malva-santa, cresce em muitos quintais, atingindo 1-2metros. Creio que é deste que você fala, pois as outras duas qualidades de Boldo, uma delas não existe no Brasil (a não ser que seja importado, em farmácia, pois é originário do Chile), ou então o Boldo Baiano, que como o nome indica, só se encontra básicamente nessa região do Brasil.
3 – Eu poderia apontar desde já mais do que uma razão para que isso tenha acontecido, mas a principal é mesmo o facto de se ter perdido muito conhecimento a esse respeito, decorrente de factos históricos conhecidos de todos nós, como a vinda de escravos para o Brasil, a dispersão das famílias e nações de origem e todo o conjunto de dificuldades e proibições a que eles estiveram sujeitos. Pessoalmente também me faria sentido que Obá tivesse outras plantas, mas isto que acontece com as plantas de Oyá e Obá, acontece também a outros níveis no Candomblé. É também por isto que o Candomblé é tão rico e nos proporciona sempre a possibilidade de buscar, estudar e descobrir novos detalhes enriquecedores a cada dia.
Você teve a honra de ser aluno do Prof. Reginaldo Prandi, que eu muito admiro, aliás recorro muito às suas matérias para estudar e comparo com outros entendidos nas coisas de Candomblé, mas creio que neste ponto específico, sobre as plantas e situações como essa de oyá/Obá que você referiu, ainda há muito a fazer e a descobrir.
Volte sempre!
Axé!
ola quero saber como devo descarregar mminha casa pego carrego e inveja muito facil e minha vida não anda !!!!!! axé!!!!!!!
EU GOSTARIA DE SABER SE A FOLHA COM O NOME POPULAR
DE “ÁGUA DE ELEVANTE”.É REALMENTE DE OXAGUIAN?
Carla Damaso e ELIAS DE OXAGUIAN procurem no google o site “mae marta de oba” lá tem informações mais precisas sobre estes assuntos, tem um lista de ervas muito extensa. E tem banhos e defumações para todo fim. Tomege do Ogum
OLÁ TOMEGE EU QUERIA QUE VC ME PASSASSE ESTE SITE MÃE MARTA DE BOA OK
OBA
Magda conforme sua solicitação, fui ao google, e segue endereço http://www.maemartadeoba.com.br/. Tu tá folgaginha menina. rsrsrsrsrsrsrs mas te gosto muito, muito mesmo. Tomege
oi Tomege uma zeladora disse que eu tenho um odu muito negativo q tenho que despachar ele… o que vc mim aconselha?????
ps. ela é minha avó de santo ( zeladora do meu pai de santo)
Axé
idem tomege e obrigada
Ogan Luiz todo odu tem seu aspecto positivo e negativo, odu é literalmente seu caminho, seu destino, é o que vc vai fazer ou não na terra, as lições que o odu nos ensinam dizem respeito a como devemos conduzir nossa vida, então para fazer tudo o que odu determina, na verdade vc teria que cultuar o Orixá regente do odu, que não é necessariamente o mesmo que é dono do seu Ori. Bem, como disse odu tem os polos negativos e positivos juntos, assim como eu, vc e seu primo chato, todo mundo tem um primo chato, sendo que o primo chato vc pode despachar e o odu não, vc tem que aprender a conviver com ele e no máximo fazer uma oferenda para hamonizar e equlibrar o negativo e o posito. O primo chato é só dar uma bica na canela dele rsrsrs. Tomege
Olá, Tomege, Manuela e Artur, como vão?
Tenho acompanhado os posts desde novembro e sei que vcs não são partidários de “receitas”, mesmo assim vou arriscar: tenho de vender um imóvel e gostaria de saber se existe alguma erva para eu empregar em uma limpeza em minha casa com o objetivo de limpar ernergias negativas e conseguir vender esse imóvel.
Obrigada e axé.
Lu Almeida o que posso te ajudar é te dando um site, progure o site mae marta de obá, lá tem uma série de receitas para diversos fins. logo aí em cima na resposta da Magda tem o endereço so site. Grato pelas visitas.
Vc já viu nossa página principal, já estamos divulgando a nova caminhada contra a intolerancia aqui no Rio, por favor nos ajude a divulgar. Tem uma matéria importante no link, leia, se engaje no movimento. Vamos todos as ruas dizer não a intolerancia. Tomege
Obrigado Tomege, mas no caso o Orixa regente do meu odu é Obaluaye então eu tenho que usar uma guia dele não é??? e outra coisa meus outros o de testa e o da nuca posso usar as contas dles tambem???? obrigado
Axé
ha quase mim esqueço o Orixa regente do meu odu é Obaluaye com influencia de Ogum eu tenho que usar as contas dos dois???? gostei dessa do primo rsrsrsrsrs e com irmã chata a gente faz o que??? da uma bica tambem rsrsrsrsrsrsrsrsrss
Axé
Ogan Luiz como eu te disse antes, se vc vai se dedicar a este culto, tudo certo vc usar uma guia do regente do Odu, caso contrário, é dispensável, só vai confundir as coisas por que o fio de contas é que diz para a sociedade de quem vc é e qual o seu lugar na hierarquia, se for ebomi, usa um fio especial e por aí em diante, o fio identifica vc perante os demais membros da religião.
Sobre a irmã? aí complica rsrsrsrs.
Vc já viu nossa página principal? Já estamos divulgando a nova caminhada contra a intolerancia aqui no Rio, por favor nos ajude a divulgar. Tem uma matéria importante no link, leia, se engaje no movimento. Vamos todos as ruas dizer não a intolerancia. Tomege
Boa tarde, meu nome é Elizabeth, dijina – NIBOJÍ. Lendo a introdução do site reparei que seus responsáveis se dizem autores dos artigos publicados. Ocorre que nesta parte de ervas, várias delas, bem como as fotos, são de minha autoria, inclusive algumas com minha marca d’água, exposto no meu site http://www.ritosdeangola.com.br. O acervo que fiz, diz respeito aos Minkisi e não aos Orixás, portanto nem toda erva que seve para Nikisi, serve para Orixá, há de se tomar cuidado com estas informações. E se possível, seja colocada a fonte de onde foi retirada, pois passo muito tempo pesquisando, estudando para colaborar com os irmãos da nação, e de repente vejo meu trabalho sendo publicado como se tivesse outro dono. Obrigada e vamos lutar em prol da religião, mas cada um dando o melhor de sí. Abraços
Olá Elizabeth – Niboji
Neste blog os textos e as fotos estão atribuídos aos seus autores sempre que essa informação existe. Por essa razão, no final da página, antes dos comentários tem lá uma nota destacada onde se diz também que a página está baseada em diversa bibliografia, revistas e internet. O facto de utilizar as fotos com a marca d’água significa também que não há qualquer intenção de dizer que esta ou aquela foto é minha ou de alguém que não é o seu legítimo autor, caso contrário, não utilizaria imagem ou trataria a imagem de forma a que a marca não aparecesse. Exibir a foto com a marca d’água atribui automáticamente a foto ao seu autor. Quanto ao acervo das plantas, é bem possível que algumas delas sejam de sua autoria original, nem estou a colocar dúvida, mas se fizer uma pesquisa pela net e por diversos livros publicados, vai encontrar esta mesma informação bastante difundida e trata-se de matéria de concenso geral. Isto para dizer que fica muito difícil em determinadas matérias aferir quem é de facto o seu autor original, não se tratando em momento algum de intenção de reclamar autoria para mim ou para nós.
Aqui tratamos especialmente de divulgar o que é possível divulgar relativo ao Candomblé nas suas diversas vertentes e Nações, mas, tal como já foi dito em diversas partes deste blog, trata-se essencialmente de divulgar, de partilhar informação.
Dê uma olhada nos links abaixo e veja se eu não tenho razão no que lhe digo:
http://povodearuanda.wordpress.com/2006/12/06/ervas-sagradas-dos-orixas/
http://translenza.com.br/orixa/lnk_topicos.php?id=27
http://adrianoexu.blogspot.com/2008/03/os-orixs-e-as-suas-ervas-flores-frutas.html
http://www.tefl.com.br/index.php?id=44
http://rycegbe.vilabol.uol.com.br/issaba.html
http://www.google.com/search?hl=pt-PT&rls=com.microsoft:*:IE-SearchBox&rlz=1I7SUNA_en&q=ervas+dos+orix%C3%A1s&start=10&sa=N
http://umbandacaminhodaferitosdeumba.blogspot.com/2007/12/orixas-ervas-e-amal.html
http://erveiro.wordpress.com/2009/01/15/ervas-dos-orixs/
E para que não lhe restem dúvidas de que estamos de facto aqui num trabalho de divulgação e de união, ali na barra lateral vai passar a constar o link para o seu site, que trata da Nação Angola e sobre a qual aqui falamos e temos muita gente que nos questiona também.
E vamos todos lutar em prol da religião, cada um dando o melhor de si em prol do todo!
Axé!
Oiee Gente ake ta bem legal vio estou começando agora no candomblé,
sou filha de xango;
voces são da onde ?!
Marcela eu sou do RJ, a Manuela é de Portugal e o Artur é de SP.
Vc já viu nossa página principal? Já estamos divulgando a nova caminhada contra a intolerancia aqui no Rio, por favor nos ajude a divulgar. Tem uma matéria importante no link, leia, se engaje no movimento. Vamos todos as ruas dizer não a intolerancia. Tomege
é eu lii sim; eu acho muito importante essa luta de voces ;
podem contar cmg apesar de ter apenas 15 anos intendo sim , e mi juntarei a voces concerteza ;*
Marcela axé axé axé para vc. gosto quando entram pessoas da sua idade no blog, fico contente com a renovação, isso nos dá mais força ainda. Tomege
Motumbà, aos autores deste “blog”,
e, minhas congratulaçoes!
Gostaria de comprimenta-me com os Srs., nao sò pela seriedade, honestidade, dedicaçao e, divulgaçao da cultura, religiosidade e tradiçao do candomblè! Mais tambem, pela grandissima”classe” e, “diplomacia” a que respondem, a certas pessoas que ao meu ver, veem a este “blog”, com o unico intuito de fazerem “criticas negativas”, apegando-se a pequenos detelhes para atacà-los (ao menos è esta impressao, que me transmitem! Ex: “A critica feita p/ “Silvinho de Logunede’”!). Penso, que criticas sao sempre validas, porèm, se forem “construtivas!” E, tem criticas, que a mim pessoalmente, soam-me, como um “ataque”!. O qual, seguramente, voces nao merecem! Visto ( como jà falei antes), a seriedade, dedicaçao e disponibilidade dos mesmo, dispensados à todos nòs que acessamos a este dignissimo “blog”.
Porèm, nao se podem agradar a “gregos” e “troianos”! rssss
Muito Axe’, e, que os Orixàs lhe deem muita sabedoria (para lidar com os “seres humanos!”), força e todo de bom,
AXE’, Axe’, Axe’… e, muito obrigado!
Gostei muito do site, informativo,bem ilustrado,muito bom mesmo, estão de parabéns!
Olá Dioni,
Muito obrigada pelo seu rasgado elogio ao nosso trabalho aqui. É certamente esse o nosso compromisso aqui, não só pará com nós próprios, mas para com todos os leitores. É bem verdade que nunca poderemos agradar a todos e nem temos sequer essa pretensão, mas seguramente sempre faremos todo o possível nesse sentido, o de acolher com amor e seriedade a todos os que aqui chegam.
Abraço e muito Axé!
Olá Kamylla,
Muito obrigada pelas suas palavras. O seu elogio nos dá mais força ainda para continuar!
Seja sempre bem vinda a esta casa que também é sua.
Axé!
‘ Gosteii Muito de voce Nelson Souza gostei muito de voce ;
‘ muitoo axé na sua vida também
‘ vou estar por aqui sempre gostei muito do site ta lindo e o maes importante com informações valiozas *_*
‘ se voce quiser me adicionar me fala que eu passo o email ;*
Motumbá,
Fico feliz de saber que existem sacerdotes e pesquisadores das crenças afro, quem ainda têm um feedback com adeptos e simpatizantes.
Agradeço as respostas a mim dada, e na medida do possível contribuirei.
Em relação a espirradeira, achei importante salientar que Não podemos sair ai colhendo a ble prazer plantas e macerando-as, para tanto os Bàbálossains assim o faz.!
Já, quanto ao Boldo (ainda persisto) é dentre muitos sacerdotes candomblecistas e umbandistas, a erva mais utilizada e conhecida de Oxalá (no que tange a sudeste).Mas independente disto, adorei a lista ,que por sinal é uma das mais completas da internet. A pesquisa e informação ainda é a baseda perpetuação de qualquer crença, afinal, a fé sem razão é cega.
Parabéns,
e Axé a todos nós.
Manuela, depois conte me como é um Candomblé em Portugal hehehe. Digo, no sentido de reciprocidade dos lusitanos, que são tão cristãos. E aproveitando como é o acesso a ervas, já que a flora brasileira é muito superior em abundância do que ai , né?
boa tarde quero parabelnizalo por esse site maravilso ,quero saber quais ervas de santo q servem para atrair pessoas no amor por favor mandem respostas ja estou aguardando obrigado
Fernando Cesar Azevedo eu indiquei este site para Magda, crei oque sirvapara vc tb.
Magda conforme sua solicitação, fui ao google, e segue endereço http://www.maemartadeoba.com.br/. Tu tá folgaginha menina. rsrsrsrsrsrsrs mas te gosto muito, muito mesmo. Tomege
Será que é possivel vc me enviar este trabalho da pagina para meu email para que eu possa grava-lo em cd muito obrigado
Mário.
Olá Mário,
Este trabalho ainda não está concluído. Ainda estou tentando completar informações sobre as ervas e também falta ainda colocar uma quantidade de imagens sobre as ervas já mencionadas. Dentro em pouco estará mais completo ainda.
Eu sugiro que você copie o trabalho directamente da página e guarde no se pc para depois gravar então em cd.
Axé!
Bom dia, agradeceria muito caso vc venha me responder,sou de joao pessoa paraiba e me passaram um banho de erva -para-raio procurei muito e não encontrei, queria saber se existe outro nome que eu possa vir encontrar. muito obrigada
Allana
Allana eu não sei te dizer se tem outro nome aí na sua região. Vamos esperar que outras pessoas possam te ajudar. Tomege do Ogum
Boa tarde!!!
Estou precisando de ajuda, minha mãe tem esclerodermia sistêmica, gostaria de saber qual erva vcs indicam para tratar essa doença.
Núcia esta observação que a Manuela fez, está n final da lista das ervas.
“Não use ervas sem orientação e no caso de fins medicinais, não o faça sem indicação médica. Não indico receitas por e-mail. Este site é apenas informativo. Não há responsabilidade médica nas indicações deste site. Baseado em bibliografia, revistas, Internet e relatos populares. Para se medicar com plantas você precisa realmente conheçer. Peça ajuda aos especialistas da área (ou caso você seja estudioso destas matérias, até adquirir uma confiança e capacitação própria).”
Tomege do Ogum
Belissimo trabalho
parabéns, sei que tudo isso é fruto de muita pesquisa e dedicação.
muito obrigado
valter de Lembaranganga
gostaria de saber se vc tem uma erva especialmente
pra tratar esporão caucanio
eu tenho muita dor
e meu pe ta muito inxado
desde ja agradeço
amei seu trabalho
bjs no seu coração
Olá Gostaria de saber onde encontro e pra que serve a semente de epi (ou algo parecido).
Estou em Salvador e preciso levar para SP no início de março/09.
Obrigada. AXÉ!
Makamba no final da barra lateral em Bloroll há uma lista de sites indficados e lá vc encontra o site Ritos de Angola, lá tem tb uma boa pesquisa sobre plantas, incluisve algumas destas aqui listadas são de lá. Tomege do Ogum
Ivone Monteiro e Camila eu não sei lhes responder, mas no site mãe marta de oba tem uma lista muito grande de folhas, talvez encvontrem ajuda por lá. Mas lembrem que as ervas tem que utilizadas com conhecimento e dentro do indicado. Tomege do Ogum
Achei muito interessante essa lista de ervas, visto que na nossa religião a utilizamos bastante. É importante saber o que, para que vamos utiliza-las.
Parabéns pelo trabalho de vcs.
OBS: Ao guinar as ervas como vcs sugerem?
O seu comentário aguarda moderação.
sua bencçao irmaos,sou ogan porem sinto oaxe de cada casa de santo que eu vou e uma coisa esquisita que começa pelo estomago ja estou a 26 anos no santo sendo abicu e abi axe ogan confirmado a 07 anos essas coisas que sinto e normal?
Adorei essa reportagem sobre essas plantas….muito importante tudo isso.
abraços lena Brasília-
DF
Olá,
enviei uma pergunta aonde acontecem os cursos de danças para os orixas no Rio de Janeiro mas até o momento não obtive respostas. Aguardo retorno o mais rápido se possível.
Atenciosamente.
Chris Paula nem sempre podemos ou conseguimos atender a todos, temos tantos outros afazeres que fica complicado nos doar mais que isso a este trabalho voluntário que fazemos aqui no blog. Eu só conheço o Tainã um grande Ogã que dá curso de toques cantigas e dança 86887174 Rio de Janeiro. Tomege do Ogum
Muito interessante, continuem postando matérias assim…!
Paraben’S … Axé
.
Beijus..
Boa tarde, gostaria de saber que banho devo usar para me ajudar a cortar trabalhos de magia, proteção e atrair prosperidade. Meu filho de 3 anos está sendo atuado negativamente e meu marido também, com risco de perda de emprego. Agradeço por sua ajuda. Muita paz, saúde a prosperidade. Com carinho, Naia
Nelson Souza, muito obrigada irei começar logo o curso de danças para os orixas.
Sr Nelso sou da Oxum com o Oxóssi e desejo saber quais banhos de descarrego que eu possa tomar quando for procurar trabalho e quais banhos posso tomar para prosperar quando estiver trabalhando. Mias uma vez obrigada.
Beijos, RJ
Atenciosamente,
Chris Paula.
Chris de Paula vc deve procurar estes banhos com seu zelador/a. Tomege do Ogum
Marcia nós não indicamos banhos ou receitas, procure alguém de sua confiança e se consulte para saber o que é melhor recomendado para seu caso. Tomege do Ogum
Sr Nelson Sousa,
não tenho zeladora não sou de nenhuma casa. Já a muito tempo estou desacreditada dos terreiros daqui do Rio de Janeiro que dizem ser caridosos mas só visam dinheiro ou mais pessoas para suas próprias casas. Já passei pela mão de muitas pessoas e cada vez me afundei mais e como dizem ” gato escaldado tem medo de água”.
Muito obrigada e muitos beijos.
Atenciosamente,
Chris Paula.
Chris de Paula vc é de candomble ou umbanda? por que existem sim, Casas que podemos confiar plenamente, Casas muito boas e competentes aqui no Rio e em muitos outros lugares. Tomege do Ogum
Sr Nelson Sousa,
Eu sou de candomblé e não conheço nenhuma casa aqui no Rio de Janeiro de confiança. Há 12 anos atras eu fraquentava a casa de Mãe Raimunda de Oiá filha de Belarmino Bate-Folha da Bahia. A casa desta mulher bonissima era aqui no Rio em Japeri, apos sua morte fui a várias casas e só encontrei charlatões e muita desonestidade. Tenhos meus motivos para dizer o que digo.
Estive em uma casa em Bento Ribeiro no ano passado e o zelador se denominando filho de Exú me pediu para fazer várias coisas eu as fiz. Dizendo ele que nem toas as coisas iriam mudar mas algumas pequenas coisas iriam, estou esperando e esperando até o momento estas mudanças e nem emprego consigo já fiz várias entrevistas que o entrevistador chegou até me contratar não durou 7 dias e me dispensou sem motivos. Se eu tivesse faltado, chegado atrasada ou feiro algo de errado não questionaria mas cumpri tudo que me foi pedido e ainda fui elogiada por ter aprendido tudo muito mais rápido que as outras pessoas e mesmo assim fui dispensada sem qualquer motivo.
Isso não aconteceu só desta vez e sim em outras, quando penso que vou ficar na empresa sou demitida sem nem saber o porque. Todos os lugares que vou dizem que tenho algo de muito negativo que não me dixa properar mas a ajuda não chega e nem paliativos. Todos me dizem o que já sei, e o que já sei não me é tão importante, o que quero é resolução efetiva e algo que ainda não saiba que vá acontecer no futuro e que possa evitar ou minimizar os acontecimentos ruins.
Entendo o seu ponto de vista e espero que possa entender o meu. São por causa de poucos que esta cultuta e ou crença está tão desacreditada e dando tantas margens para outras religiões falarem e sermos tão perseguidos pelos preconceitos de muitos.
Beijos
Atenciosamente,
Chris Paula.
Chris de Paula, vou te falar primeiro como profissional. Tenho uma irmã de santo que é ótima no que faz, ela é tecnica de segurança do trabalho e não consegue se firmar nos empregos e veio me pedir opinião profissional, eu dei. “Pelo que te conheço vc fala demais o tempo todo e em horas impróprias, isso é ruim para a qualquer empresa” ela não gostou muito mas é verdade, ela fala pelos cotovelos. Tem um profissional que trabalha comigo, que é ótimo no que faz, mas é muito calado, nunca fala nada, não participa das decisões do grupo, enfim, faz o dele e ponto final, este é um sério candidatoa perder o emprego numa reestruturação da empresa. O que estou te falando é que todo profissional deve saber se portar e saber demonstrar seus conhecimentos nos momentos mais adequados, sem nunca se tornar incoveniente ou se tornar apagado num grupo. Isso é muito comun entre os profissionais que temos no mercado hoje e isso depõe contra. Veja, isso são exemplos de coisas que afastam o profissional dos empregos. Vamos ao que agrega valor ao profissional. Boa relação com o grupo, conhecimento do que faz, boa educação e conhecimento geral do seu mundo profissional, ser qualificado, discrição etc etc. Não estou te avaliando ou insinuando que vc esteja em algum destes quadros que citei acima, estou te falando que o mercado está muito exigente e precisamos (eu tb sou empregado) nos qualificar sempre, ser proativos sempre, solicitos (sem exagero), enfim precisamos ter uma boa postura profissional. A religião entra como ponto de apoio para sua fé, e não como base de salvação ou barreira para que as coisas ruins não nos atinjam, se fosse simples assim todos seriam do candomblé. Se vc quiser tentar novamente procure no google por sergio ciganus. Tomege do Ogum
Sr Nelson Sousa,
venho lhe dizer que realmente já fui como dois destes casos que citou me modifiquei algo que foi visto até pelos amigos e parentes como uma melhora muito grande mais isso aconteceu a muito tempo atras e hoje em dia não tenho mais nenhum problema com isto. Nem de falar demais ou falar de menos, pelo menos tento ser ponderada em tudo que faço prncipalmente no trabalho, sou proativa estou sempre qualificando me atualizando em cursos quando posso, leituras e estudos. Não uso do que acredito como minha salvação absoluta sei que minha salvação depende mais dos meus atos como pessoa e se orixa enriquecesse alguém ou resolvesse todos os problemas todos zeladores estariam pobres de ricos e niguém no mundo teriam suas dores. Faço minha parte da melhor maneira possível me empenho em tudo que faço, tudo isso que me disse sei que faz o diferencial para qualquer empregado independente de sua profissão, sou uma pessoa muito consciênte das coisas. Obrigada pelas palavras.
Beijos
Atenciosamente,
Chris Paula.
Chris de Paula vc viu as 2 últimas linhas do meu texto? o que acha? Tomege do Ogum
Olá,gostaria de informações sobre a orixa Obá quem poderar me ajudar obrigada
Aide nos temos post sobre Obá, lendas de Obá, qualidades de Obá, estão em Categorias e em Páginas na barra lateral procure lá que tem bastante informação. Tomege do Ogum
plantar e cultura
Motumbá,
Estou maravilhada com esse blog, por ser um dos mais completos sobre Candomblé que já vi…
Agradeço aos moderadores por porporcionar essa riqueza de conhecimentos a nós, que estamos sempre em busca de novos aprendizados.
Só gostaria de acrescentar que tanto as folhas de mamona quanto as sementes são ótimas se utilizadas como cha em banho de assento para quem tem hemorróida. (ensinamento de preta velha).
Axé
Pandora
Preciso saber algumas informações sobre um orixa raro OTIM por favor me ajudem!
QUEERO ORIENTAÇAÕ SOBRE ESTA PALAVRA VODUM
QUERO ALGO PARA RETIRAR TODO O AMAL QUE FOI JOGADO EM MEU COMERCIO
Olá Adriana
Entrei com a palavra no google e achei um site que diz ser Otim um orixá feminino casado com Odé. “Odé é casado com Otim formando um casal inseparável, onde está um está o outro. Odé caça, mas fica com pena dos bichos e dá para sua mulher Otim que devora tudo e por isso é gorda.”
Mas nunca ouvi falar desse orixá e não acredito que seja cultuado no Brasil…Até porque não faz parte do panteão Yorubá que sabemos é composto de 16 orixás
ola de novo rsrsrs eu moro na Europa e aqui nao tem nenhuma das ervas que preciso,por favor me ensinefazer banhos pra abrir caminhos financeiros,sou filha de yansa,essas plantas e ervas,so encontro no BRASIL,me ajude por favor bjs e abraços marli
Parabens,muito bom seu site, bastante esclarecedor e ilustrado.O nosso candomblé é muito rico nossos irmãos(alguns)orgulhosos, que ignoram ou mistificam,axé a todos.
Oi…
aqui vcs não falam a respeito das folhas da pitangueira, mas ela é de oxum não é?
Quanto a jabuticaba…vcs se referem aos frutos ou às folhas?
Bjos
Regiane assim como quase tudo no candomble é preciso que se conheça o assunto, o fundamento da questão para discutir sobre ele, esses usos e os donos das folhas dependem de outros fatores, a pitanga pode ser de Oxum mas tb pode ser utilizada para egum por ex. A jabuticaba pode ser de Ogum e os frutos de Oyá e as folhas de outro Orixá, então vai depender do uso da folha e isso deve ser conversado com seu zelador. Até mesmo o horário de colher a folha pode modificar seu uso. Entre o site Ritos de Angola que fica no blogrool na barra lateral e vc encontrará uma vasta lista de folhas. Tb no site mae marta de oba tem muita informação sobre folha. Mas se lembre que o uso de folhas deve seguir ritos e preceitos sagrados e nunca devem ser utilizadas sem o conhecimento necessário. Tomege
Obrigado pela atenção Nelson
Olá! Gostaria de confirmar se a folha do cajueiro cura diabetes , como se faz o chá e se toma se for o caso…
Obrigada
que eu saiba aruera e uma planta de cabloco
eu to achando que vcs estão tudo mentindo e esse negossio de ogã exu vc tão tudo emrolando o povo
Olá Rosana,
O cajueiro(Anacardium ocicentale L.) os princípios ativos do cajueiro não se enocntram na folha e sim no tronco ou casca e ele não cura diabetes,ele ajuda a regular os níveis de glicemia,mas ainda assim para uso medicinal o ideal é que a pessoa seja acompanhada por um médico.
A diabetes é uma doença crônica e ainda não há cura definitiva para ela, é preciso tratamento e monitoramento dos níveis de açúcar.
Olá Hiago
Já eu conheço a aroeira como uma planta de Iansã. AS informações variam mesmo…Quanto a essa acusação, seria bom você escrever melhor do que se trata, porque esse amontoado de palavras desconexas não tem como alguém entender.
axé
Olá!
gostaria de saber se inlé é o mesmo que gongobila?
si quem é feito de gongobila na angola e passa para o queto é inlé!
Caio Gongobila é o Inkise assemelhado, vamos diser assim, com o Oxossi de Ketu e não uma qualidade de Inkise, por tanto se vc for para ketu vc provavelmente precisará apurar qual Oxossi fica mais próximo da qualidade na qual vc foi iniciado em Angola, Porcure em autores Nelson que lá vc vai encontrar material sobre Inkises. Tomege do Ogum
Olá!
Sou iniciante na Umbanda, adorei o site, muito interessante.
Ví uma gama enorme de ervas q nunca tinha ouvido falar…
Parabéns!!!
Espero manter contatos.
Grande abraço.
Jim
Olá, Jorge Pedro – Jim.
Muito obrigada pelas suas palavras e volte sempre que quiser. Mojubá
Obrigada
Adorei o site,esclarece muita coisa.Mais gostaria de saber como a gente sabe qual é nosso santo?Eu me identifico com IANSÃ. Mais gostaria de saber mais.
Claudia Josélia para saber com certeza qual é o seu Orixá, procure um jogo de búzios é a melhor forma. Nunca se guie pelo que te falam tomando por base sua data de nascimento, seu tipo físico e nunca faça jogo por internet, O correto é uma consulta pessoal com um bom zelador. Antes da consulta procure informação a sobre a pessoa, e se é de fato Candomblé. Tomege do Ogum
Muito bom , bem explicado . To começando um blog agora , to procurando reunir informações sobre a umbanda e candomble num so ponto . copiei algumas postagens daqui , mas caso não estejam de acordo ,eu retiro , espero que confiram la.
Pai Toniho de Zaze sua benção e nossas felicitações pelo seu blog. É sempre bom colaborar com iniciativas como a sua, esperamos trocar ídeias e informações com vc e divulgar ainda mais a nossa religião. Fique a vontade para utilizar nosso blog como fonte de pesquisa, consulta e material para o seu blog, só por favor mantendo a referencia ou autoria, inclusive os textos de minha autoria vc pode lançar mão. Ficamos mesmo muito felizes com mais uma “casa” aberta na net. Felicidades e volte sempre a nos contactar. Visitei seu blog mas infelismente não consegui deixar uma mensagem, da próxima vez eu conseguirei. Tomege do Ogum
Pai Toninho o Sr tem livre acesso as informações do blog, desde que mantendo as referencias e autorias, assim como fazemos em nossas pesquisas, o Sr pode se utilizar inclusive de textos de minha autoria, os demais textos autorais poderão ser autorizados pelos demais colaboradores. Mas fique a vontade e esperamos manter um canal de integração e troca de infrmação permanente.
Já aproveito para lhe informar que seu texto sobre umbanda nos será útil no post Ossaim. Por favor, dê uma passadinha lá e confira. Tomege do Ogum
caboclo pediu para mim tomar banho de alface isso é erva de caboclo ou não ????
Felipe a questão não saber se esta é ou não uma erva de caboclo, a questão é saber o que vc está precisando, e por saber do que vc precisa apra restabelecer sua energia o caboclo te recomendou este banho. É assim que funciona. Alfaçe é calmante. Tomege do Ogum
Boa tarde a todos!
Sou de Minas. Sou de candomblé, mas tenhu conhecimento no KETO, JEJE, ANGOLA E UMBANDA TB.
Sou um profundo conhecedor e para ampliar meus conhecimentos sobre ERVAS procuro sempre ver oque as pessoas dizem e escrevem sobre elas. Alguns acertam, outros erram, mas o importante é sempre lerem e buscarem cada vez mais informações para o enriquecimento de seus conhecimentos e para ajudá-los nas horas em que precisar.
Tenho varios livros sobre “ervas, raízes, sementes…” e tenho um vasto conhecimento nesta parte de ervas.
Estou a disposição ai, de quem quiser tirar alguma dúvida ou se precisar de meus trabalhos poderemos sim estar nos comunicando, mas se precisarem tb de uma ajuda, claro que estarei a disposição.
(Meus conhecimentos veêm de BABALOSAIM, á propósito tenho 37 ANOS DE SANTO, VIVIDOS DENTRO DA NAÇÃO ALAKETU.)
Gostaria de comentar o primeiro comentário o de “MAGDA”, ESPERO QUE POSSA AI DAR UM BREVE ESCLARECIMENTO Á ELA SOBRE A “CANELA”:(espero que ela veja minha explicação!.)
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“A canela é usada por EXÚ e o povo CIGANO. Ela serve para banho, para encantamento com mais alguns ingredientes junto á ela”.
*Deixarei aqui um banho de atração usado com a canela:
Pegue um ponhado de canela, rosa vermelha, rosa amarela, grãos-de-milho (amarelo),sementes de girassol, cominho (em pó) e cravo (seco-sem as cabeçinhas!)
>Ferva tudo com água, espere esfriar. Coloque um pouquinho de açucar e coa. Tome o banho do ombro pra baixo.
>QUALQUER DIA PODERÁ SER FEITO ESTE BANHO, ELE É RECOMENDADO PARA ATRAÇÃO,CHAMA ATENÇÃO.
Á todos um grande abraço e um grande AXE!!
Gostaria que o senhor me respondesse sobre duas questões:
1) O que devo fazer quando alguém coloca terra de cemitério em minha porta?
2) Por que algumas pessoas não se alimentam na mesma mesa que outras pessoas (não comem junto com as pessoas da família)?
Axé!
Rosa tem uns maigos que me chamam de “Quevedo” do candomblé porque eu não acredito que alguém acenda uma vela seja lá onde for e isso vai fazer eu quebrar minha perna, entende? Então o primeiro passo é. Como vc sabe que se trata de terra de cemitério? O medo nos paralisa e justamente isso que estas pessoas que perdem seu tempo colocando terra na sua porta esperam que aocnteça com vc, que vc fique com medo e paralisada (no sentido de não fazer mais nada devido a esta terra), sabendo que vc ficou com medo o desejo deles cresce, assim como a suposta força e ação sobre vc, pois vc está demonstrando medo e isso os delicia imensamente. Rosa se vc se sentir melhor procure um jogo de alguém de sua absoluta confiança, porque asim se sentirá fazendo algo para “neutralizar os efeitos da magia” que fizeram para vc. Sei que muitos que lerem este meu comentário podem achá-lo prepotente ou mesmo que eu não estou te orientando corretamente, que eu deveria dizer que procure isso e aquilo e faça isso e aquilo outro, o que ocorre é que eu confio na religião e sei que a maioria das coisas que nos atingem de verdade são fruto de nosso próprio comportamento, não creio que outros possam interferir no que foi designado por Olodumare (Deus supremo) para acontecer na minha vida, por isso sempre falo que não creio, mas se vc crê que podem te atingir, procure o jogo e faça o que for recomendado.
Sobre as pessoas que não comem na mesma mesa. Se for numa casa de axé o motivo é simplesmente hierarquia, na mesa só os ebomis (os mais velhos) os Abiãs e Yaôs comen sentado no chão. Não é discriminação´, é parte do prendizado religioso. Tomege
Olá pessoal, tudo bem com vocês.
Tenho uma dúvida: Meu pai de santo me passou 3 banhos, o de 7 ervas, o de abrecaminho e o de jasmin. E me disse que poderia toma-los de corpo inteiro incluindo a cabeça.
Gostaria que fossem sinceros e me digam se isso é correto.
Abraços e muito obrigado.
Olá Marcos
Geralmente recomendam tomar um banho de limpeza e depois os banhos de abre caminho e cheirosos. Como as folhas do banho de limpeza são muito fortes recomenda-se tomar do pescoço para baixo e os outros vc pode molhar a cabeça.Como ele só passou o de abrir caminhos e o cheiroso vc pode tomar lavando a cabeça sim.Quais são as sete ervas?
Oi Carol,
Acho que as 7 ervas que ela me passou são o alecrim, hortelã, manjericão, malva, camomila, guine, espada de são jorge.
Olá Marcos Não há problema em vc banhar desde a cabeça com essas plantas,são todas calmantes com exceção de guiné e espada de são jorge.Como são folhas finas, vc deve macerar com as mãos em agua morna e depois coar,enquanto estiver macerando vá fazendo seus pedidos,metalizando coisas boas.A espada é uma folha mais dura,como nunca usei não sei como manusear.
Axé
Muito obrigado Carol!
Adoro o blog de vcs
Axé
Olá a todos!!!
A minha duvida é a seguinte : Sou de Umbanda mais devido a muitos problemas de saúde e financeiros estou frequentando uma casa de Keto, pois me disseram que o meu orixá esta pedindo feitura. O pai de santo que quer me raspar não tem feitura de 7 anos, a casa vive momentos de brigas e fofocas. Pergunto : Pode um pai de santo que não tem 7 anos raspar alguém? Eu nunca bolei no santo como posso dar cabeça a um orixá de nação, nunca senti nada nos terreiros de candomblé que vou, apenas incorporo na Umbanda dando consultas com caboclo , exus e preto-velho.
Olá Lucas Bueno
Ninguém sem ter feito a obrigação de sete anos pode fazer santo de outra pessoa, para começar ele não é pai de santo é yaô.Se vc não bolou a única outra forma de saber realmente se o Orixá pede feitura é um jogo de búzios,mas aconselho que vc não faça nesse local pois pode haver interferência, faça em outra casa onde ninguém te conheça e que vc saiba que é uma casa de candomblé idônea.
Se vc não sente necessidade e nem quer entrar na religião fique na umbanda.Isso é livre arbítrio
Seja feliz é isso que os Orixás nos desejam
AXé
nelson
gostaria de saber se os caboclos de oxum tem o custeme dequando se manifesta deficar girando? pq eu sou filha de oxum e oxossi minha oxum é de frente, mais eu soube q a linha de oxum tem mais cabocla . mais dizem q eles sao suaveis mais o meu e muito bravo quando vem e custuma ficar girando.
vc podia me esclareçer isso.
obrigado.
Olá shirlei santos
Vc tem cabolco e não cabocla,li uma vez que geralmente o caboclo é ligado ao nosso juntó,não sei se é verdade,mas seria uma explicação para vc ter um cacboclo ao invés de cabocla.Quanto a rodar, cada um é de um jeito, não temos como definir o caboclo tal vai ser assim o outro vai ser assado e aquele lá vai ser cozido.
Rodar vai depender do seu pé de dança, e geralmente caboclos rodam,mas não sei qualificar se é muito ou pouco.
Falo que isso acontece na nação Angola, não sei como é em outros segmentos religiosos.
Axé
olá carol
muito obrigado pelo esclarecimento realemnte eu sou da nação de angola.
gostaria de saber outra coisa de vc eu nao sei ainda qual é a qualidade de minha oxum e nem a nação dela pq me informaram que tem 16 qualidades de oxum a minha quando se manisfeta chora muito de cair as algrimas mesmo eu ja perguentei a minha mae de santo a qual eu estou na casa dela ela disse que so se sabe a qualidade quanto ela pedir pra ser feita. pois no jogo ela nao viu. eu fiz ate agora o oby de agua. vai fazer 1 ano em agosto. quero poder continuar na religião mais tenho alguns receios ainda. se minha mae oxum pedir pra fazer o santo eu tenho realmente q fazer? pois eu acho que tambem tem q ver as condições financeiras se ue nao tiver? aconteçe algo comigo?
obrigado amiga
beijos
axé
Olá Shirley
Sua mãe Ndandalunda sabe da sua vida e das suas dificuldades se vc não puder fazer, ela esperará e quem sabe lhe mostrará caminhos para que vc tenha recursos de fazer sua obrigação de iniciação. Não vai lhe acontecer nada de mal pois o Inkisse sabe da sua situação. Não é obrigatório vc fazer o santo ,vc faz quando puder, tiver condições e se sentir segura do seu passo, estude a casa, estude a religião e vá tirando suas conclusões.
Sua mãe de santo agiu certo em não falar em qualidades nesse momento, pois só tem real importância quando vc for uma iniciada. Antes disso ocorrer vc pode pesquisar sobre Oxum/Ndandalunda que não estará perdendo tempo. As lendas são muito enriquecedoras.
O obi é feito em situações emergenciais,vc pode fazer um bori que acalma, apazigua e vc vai sentindo o clima da casa,como as coisas funcionam.E não é vinculativo, não lhe obriga a ficar na casa.
Espero ter ajudado
Axé
Olá carol !!!!
Agradeço muito pelos seus esclarecimentos, me ajudaram muito, agora acho que posso pensar com mais calma sobre fazer ou não a feitura, vou procurar orientação em outras casas para ver o que os meus Orixás realmente querem.
Muito obrigado!!!!!
Por nada Lucas

Estamos aqui para tentar ajudar
Axé
entao alguem poderia traduzir uma folha pra mim com muita urgencia é muito facio
a folha se chama no yorubá asoféyejé poderia irmao ou irmas de traduzir pra mim um abraço
sabe dizer se oya se faz juntó com o orixa tempo porque favor mim esclareca por favor esqueci muitas coisas de angola
muito obrigado carol estou adorando conversar com vc e estou adrando esse saite. quando eu tiver duvidas perguntarei a vcs beijos axé pra todos
Claudio eu não conheço a folha, se é que vc está se referindo literalmente a folha ou a algum conhecimento/fundamento. Sobre Oyá e Kitembo ou Tempô, há que ser esclarecido antes o seguinte, Oyá é de Ketu e Kitembo ou Tempô é Angola, por isso não é possível que haja esta combinação pois se tratam de culturas diferentes. Mas sei que em Angola Kitembo ou Tempô sempre terá primazia devido as suas particularidades, Kitembo não aceita ser juntó de outro Inkise, isso é o que eu conheço deste Inkise. Tomege
OLá Claudio
Em Angola existe uma ligação entre Matamba e Kitembo. Matamba pode ser juntó de Kitembo,sim,mas como o Nelson disse, Kitembo não seria juntó de Matamba.
Mas veja a diferença, Matamba ou Bamburussema ou Nvurucemavula é um inkisse de angola e Oyá ou Iansã é orixá ketu.
Axé
carol.
gostaria de outro esclareciemnto carol, quantos orixas uma pessoa pode ter? eu ja vi gente q praticamente incorpora quase todos. me explica mais esse assunto de orixa de cabçeça e juntow, pq me disseram que minha orixa de cabeça é oxum e oxossi e me disseram que a pessoa tambem carrega um terceiro orixa no meu caso me imformaram que o meu terceiro orixa é iansã. mais eu pensei q só era 2 o de cabeça e o juntow ja me disseram que o terceiro orixa q é o juntow e nao o segundo como eu pensava q meu juntow era oxossi . vcs podem me esclareçer por favor.
abraços.
Olá Shirlei Santos
OLha só
Temos três orixás, geralmente, um que é dono do ori, ou eledá, o segundo é chamado de juntó e o terceiro que é o carrego,mas já vi chamar de adjuntó,Como as vezes a questão da nomenclatura se complica pois tudo no candomblé foi transmitido de forma oral,o importante é saber que temos três o de frente e os juntós.Existme pessoas que incorporam mais de um,eu já vi isso,mas o recomendado é que vire no eledá e no primeiro juntó.Os outros estão ligados a heranças da pessoa
Espero ter dado uma clareada no assunto
Axé
carol.
muito obrigado carol me esclareceu sim beijos